Google despediu quase 50 pessoas por assédio sexual

Os despedimentos ocorreram ao longo dos últimos dois anos. Cerca de 13 dos 48 colaboradores despedidos pertenciam a ao corpo executivo.
Depois de acusações de assédio sexual a Andy Rubin – tido como o ‘pai’ do sistema operativo Android – enquanto estava na Google, a tecnológica de Mountain View veio a público revelar que despediu 48 colaboradores ao longo dos últimos dois anos devido a acusações de assédio sexual no local de trabalho.A Google adiantou ainda que 13 dos colaboradores despedidos pertenciam ao corpo executivo, recusando-se no entanto a apontar a identidade. “Queremos garantir-vos que analisamos qualquer queixa de assédio sexual ou conduta imprópria, investigamos e agimos”, escreve o CEO da Google, Sundar Pichai, em e-mail enviado ao The Verge.

O líder da empresa apontou também que nenhum dos colaboradores despedidos teve direito a qualquer tipo de compensação pelo término antecipado dos respetivos contratos. Ainda assim, o New York Times alega que a Google pagou para encobrir o caso de Rubin.

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A partir do dia vinte e dois de Novembro próximo o Porto de Maputo vai contar com um pavilhão composto por vários serviços turísticos. 

Os serviços turísticos vão contribuir para a requalificação, em curso, do Porto de Maputo como o primeiro, dos cinco pontos Turísticos por excelência. 

A baixa da capital do país está em requalificação, nesse contexto o Porto de Maputo está a merecer mudanças significativas. O Ministro da Cultura e Turismo, quis se inteirar das mudanças e ficou a saber que a partir de Novembro próximo, os turistas de cruzeiros e de outros navios que desembarcarem terão um cartão-de-visita da capital e do país.

A requalificação do porto de Maputo contempla igualmente um ateliê que irá estar pronto num máximo de 6 meses. Apesar das alterações, em curso, do Porto, as memórias deste espaço que é onde iniciou a cidade de Maputo serão salvaguardadas em fotografias.

O Ministro da Cultura e Turismo atribui valor económico para o sector da cultura e Turismo bem como para cada um dos intervenientes.

De Novembro próximo Abril de 2019, pelo menos 35 mil turistas vão escalar Maputo através do Porto. Os agentes turísticos e guias estarão devidamente cadastrados e credenciados para efeitos de segurança dos turistas.     

quinta, 30 agosto 2018

A NASA quer regressar à Lua

A NASA quer regressar à Lua

Antes disso deverá ser lançada em órbita uma nova estação espacial de nome Gateway.

A NASA apresentou o seu calendário de lançamentos para a próxima década onde revela que pretende voltar a aterrar na superfície lunar até 2026. Porém, até lá deverá ser lançada uma nova estação espacial lunar de nome Gateway, que deverá receber os primeiros astronautas em 2024.

A ideia da Gateway – conhecida até aqui tanto como Deep Space Gateway ou Lunar Orbital Platform Gateway – é servir como posto avançado para astronautas conduzirem experiências num ambiente espacial.

Ainda que estes planos sejam animadores para a exploração espacial, há que ter em conta que tanto a construção da estação Gateway como a chegada de astronautas à Lua está dependente do avanço tecnológico ‘agressivo’ nos próximos tempos.

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Despender de tempo para treinar pode ser uma tarefa complicada, entre estudos, emprego, filhos e vida social. E muitos indivíduos tendem, quando finalmente conseguem ir ao ginásio, a dar absolutamente o máximo, por vezes treinando até à exaustão.

A maioria dos amantes do fitness crê que se após o treino não estiver a suar profusamente, ofegante, a tremer e a mal conseguir andar é porque não fez o suficiente.

Todavia, e de acordo com o especialista canadiano em fitness e em artes marciais, Firas Zahabi, em declarações à publicação The Independent, esforçar o corpo até ao extremo não é de todo benéfico.

Zahabi salienta que ao invés da intensidade, o foco deve ser a consistência.

“Creio firmemente que não devemos sentir-nos doridos – mas sim treinar, acordar no dia seguinte e sentirmo-nos bem”, explicou.

Tal aplica-se segundo o especialista para quem nunca treinou antes e para quem o faz regularmente.

“Por exemplo, digo a um cliente meu para fazer 20 flexões em vez de 10, com muito esforço ele consegue realizar o exercício. Porém, e entretanto, o mais certo é não treinar no dia seguinte, ou no outro e quem sabe no outro...”.

“Prefiro que faça apenas 10 flexões, porque quero que aquele indivíduo volte amanhã, e depois, e ainda no dia que se segue – de modo que é preferível ir aumentando aos poucos a carga das máquinas, a intensidade e quantidade dos exercícios. Hoje fazemos 10 flexões, amanhã 11 e depois 12...”, afirmou Zahabi.

Ou seja, o PT (Personal Trainer) considera que treinar em demasia e até à exaustão reduz de facto a quantidade de tempo de prática de atividade física, porque dessa forma o corpo necessita de mais tempo para recuperar.

“O exercício produz energia”, refere Zahabi. No entanto, explica que assim que os níveis de endorfinas e de energia aumentam, deve-se parar. “Não puxe para além dos seus limites, quando já não sente os membros e se sente arrasado. Não ultrapasse essa linha vermelha, porque a longo prazo nunca conseguirá manter esses níveis de treino”, alertou.

Finalizando: “Quando estiver no ginásio tente alcançar um nível ideal de desafio moderado, sem que se sinta aborrecido ou ansioso”.

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Especialistas avisam que os pais devem limitar o tempo que os filhos passam em frente ao ecrã para um máximo de duas horas diárias, de modo a garantirem a preservação da sua saúde.

Mães e pais estão a ser alertados para que se tornem eles próprios um exemplo, e que reduzam o tempo que passam a utilizar telemóveis, computadores e televisores.

A comunidade médica chega a sugerir para que se banam aqueles aparelhos dos quartos e durante as refeições. Socializar mais com a família e passar mais tempo ao ar livre pode também levar à redução do tempo passado em frente a dispositivos tecnológicos e dessa forma acarretar benefícios adicionais, acrescentaram.

Um painel de médicos da American Heart Association (Associação norte-americana do Coração) lançou o aviso após rever dezenas de estudos realizados anteriormente acerca da relação detrimental entra o uso da ecrã e da saúde.

Os investigadores afirmam que em média, jovens entre os oito e os 18 anos permanecem mais de sete horas por dia a olhar para ecrãs.

Paradoxalmente o tempo passado em frente à televisão está a decrescer, mas está a ser suplantado pelo uso de smartphones, tablets e computadores, especificamente para o uso de redes sociais, visualização de vídeos, jogos e pesquisas online.

Tal significa que existem cada vez mais indivíduos com um estilo de vida sedentário – o que por sua vez aumenta o risco de desenvolvimento de obesidade, de ataques cardíacos e enfartes.

A médica Tracie Barnett, que presidiu o painel, disse: “Quando possível, todas as atividades que têm como base ecrãs devem ser reduzidas, de modo a mitigar os riscos que acarretam”.

“O consumo passivo destes monitores deve ser evitado, assim como deixar a televisão simplesmente ligada e em plano de fundo, para que esse tipo de comportamento não seja normalizado”.

“Aconselhamos a todas as crianças que se sentem menos e brinquem mais”, concluiu.

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