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O site TechCrunch apontou três motivos que justificam uma mudança da liderança à frente da rede social mais utilizada do mundo.

Mark Zuckerberg falou finalmente ao mundo sobre a polémica relativa à Cambridge Analytica. Enquanto as opiniões se dividem sobre a eficácia do comunicado na página do Facebook de Zuckerberg ou as medidas para evitar situações semelhantes no futuro, há quem ache que a tecnológica necessitava de uma mudança na liderança.

O TechCrunch defende este ponto de vista, apontando três motivos que devem levar Zuckerberg a resignar ao cargo da empresa que fundou. Um deles está no falhanço do Facebook nos vários campos em que se posicionou. Seja como plataforma de gaming, plataforma para ligar diferentes aplicações, fontes de notícias fidedignas ou empresa de media, é inegável que o Facebook por esta altura não transmite a confiança que uma rede social da sua dimensão deveria ter.

Outro motivo está na missão original do Facebook de ligar diferentes pessoas de todo o mundo. “O Facebook não é uma plataforma para ligar as pessoas, é uma plataforma para monetizar as ligações que as pessoas fazem por si. A empresa simplesmente não dá prioridade à qualidade destas ligações de forma significativa”, escreve a publicação. “A missão do Zuckerberg de ligar todo o mundo não acontecerá da forma como ele planeou nem acontecerá. Ironicamente, foi o sucesso da sua própria visão que demonstrou os limites da sua visão”.

O terceiro e último motivo prende-se com as recorrentes polémicas em que o Facebook se tem envolvido, desiludindo não só utilizadores como também clientes e reguladores. As ‘fake news’ que proliferaram durante as eleições presidenciais dos EUA (por exemplo) ainda não foram esquecidas. Mark Zuckerberg pode ter criado o Facebook mas uma mudança de liderança poderia dar à empresa uma ‘cara lavada’ permitir um novo começo.

Entretanto, é inegável que o fundador se poderia dedicar a esforços filantrópicos que tem criado ao longo dos últimos anos – a Chan-Zuckerberg Initiative ou o Internet.org – de modo a ajudar regiões empobrecidas do globo de formas que o Facebook nunca poderia.

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Foi avistada a certificação para um smartphone capacidade para 512GB.

Se achava 256GB de armazenamento mais que suficiente para o seu smartphone, então é porque não está a pensar tão à frente como a Huawei. Diz o Phone Radar que foi avistada na chinesa TENAA uma certificação para um dispositivo móvel com 512GB de armazenamento interno.

Outras especificações fazem referência a 6GB de RAM mas não são conhecidas mais informações sobre este dispositivo que pode, afinal, ser um dos três modelos do Huawei P20. Não demoraremos muito a ter a confirmação uma vez que o Huawei P20 será oficializado num evento especial que terá lugar no próximo dia 27 em Paris, França.

Ao longo dos últimos anos a Huawei tem-se apoiado em colaborações para lançar edições especiais. Uma delas é com a Porsche, com as edições criadas ao abrigo desta parceria a terem um aspeto ligeiramente diferente e a apresentarem algumas mudanças no que diz respeito a especificações.

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A empresa de Mark Zuckerberg ameaçou processar o The Guardian se fossem publicada a história relativa à Cambridge Analytica.

Depois de cinco dias de silêncio, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, reagiu à polémica que envolve a sua rede social e a Cambridge Analytica. Em causa estão os dados relativos a 50 milhões de utilizadores que foram apropriados pela empresa, um desfecho que levou Zuckerberg a pedir desculpa em entrevista à CNN e a delinear medidas na sua página de Facebook para impedir que se volte a suceder uma situação semelhante.

Pode pensar que foi um erro da parte de Zuckerberg e uma ingenuidade acreditar na palavra da Cambridge Analytica em como os dados haviam sido apagados depois de lho ter sido pedido.

Porém, o caso ganha outros contornos (mais grosseiros) não só por o Facebook ter conhecimento da situação durante mais de dois anos, como também por ter procurado ‘calar’ os jornalistas do The Guardian que denunciaram a situação com ajuda de Christopher Wylie (o responsável pelo software usado na referida apropriação de dados).

Abaixo pode encontrar uma publicação feita pela jornalista Carole Cadwalladr do The Guardian quando a história foi dada a conhecer, no dia 17 de março. “Ontem o Facebook ameaçou processar-nos. Hoje publicamos isto. Conheçam quem denunciou o Facebook e a a Cambridge Analytica”, pode ler-se na publicação.

A situação já mereceu reconhecimento do próprio responsável pelas parcerias de media do Facebook, Campbell Brown que, de acordo com o Mashable, reconheceu que ameaçar o The Guardian com um processo “não foi uma decisão sábia”.

Continue ou não a acreditar que o Facebook tem os interesses dos seus utilizadores como prioridade, é provável que queira ‘afinar’ as definições de privacidade da sua página na rede social para evitar que os seus dados sejam apropriados para fins obscuros como mostra este caso da Cambridge Analytica.

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A aplicação de mensagens foi adquirida pela tecnológica em 2014 por cerca de 15 mil milhões de euros.

O facto de o Facebook ter falhado em proteger os dados de 50 milhões de utilizadores está levar a uma das maiores campanhas online de sempre contra a rede social de Mark Zuckerberg. As críticas estão a ser tantas que até um dos responsáveis pela app de mensagens WhatsApp se juntou à onda de críticas, incentivando os utilizadores do Facebook a apagarem as suas contas.

Brian Acton, co-fundador e responsável pela divisão de engenharia do WhatsApp, publicou no Twitter a mensagem que pode ver abaixo. “Esta na altura. #deletefacebook”, pode ler-se no tweet de Acton. De recordar que o WhatsApp foi adquirido pelo Facebook em 2014 por 19 mil milhões de dólares (cerca de 15.4 mil milhões de euros).

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Acton abandonou o WhatsApp há seis meses atrás e junta-se ao coro de ex-associados do Facebook que atualmente criticam a postura da rede social. Caso não queira abandonar a rede social mas queira controlar o tipo de dados que partilha online pode consultar alguns conselhos.

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Scott Kelly realizou um total de quatro viagens ao espaço e passou 340 dias a bordo da Estação Espacial Internacional.

O astronauta Scott Kelly da NASA tornou-se mundialmente conhecido por ter passado um ano a bordo da Estação Espacial Internacional, um feito impressionante a que Kelly junta quatro viagens feitas ao Espaço.

Reformado em 2016, nos últimos meses tem sido alvo de estudos da parte da agência espacial norte-americana para apurar os efeitos no corpo humano de longas estadias no Espaço. Durante este tempo, Kelly escreveu também um livro sobre o período que passou a bordo da Estação Espacial e, numa recente entrevista ao Business Insider, revelou também que o seu maior medo enquanto astronauta é a possibilidade de algo acontecer à sua família enquanto estiver no Espaço.

“Quando fui para o Espaço durante um ano a minha grande preocupação é se algo acontece aos membros da minha família e como lidar com eles. E isso é o que mais me preocupa, muito mais do que a minha segurança pessoal”, contou Kelly.

O astronauta explicou ainda que este receio está relacionado com o facto de também ter estado afastado durante o tiroteio em Tucson em 2012, durante o qual a cunhada e congressista Gabrielle Giffords foi ferida.

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