Problemas em cumprir a dieta? Este sensor poderá vir a ajudá-lo

O pequeno sensor pode ser colado a um dente e é capaz de enviar informação via rádio sobre a quantidade de açúcar, sal e álcool ingerido.

Se tem problemas em manter a dieta poderá em breve vir a ter uma preciosa ajuda na forma de um pequeno sensor, o qual terá a função de denunciar as suas pequenas infrações ao seu nutricionista ou médico.

Como conta o Ars Technica, o sensor em questão é tão pequeno que pode ser colado a um dente e é capaz de enviar via rádio informações sobre a quantidade de açúcar, sal e álcool ingerido. Os responsáveis pelo desenvolvimento deste sensor da Universidade de Tufts, EUA, esperam que sirva para estabelecer uma ligação entre a dieta e saúde.

Por enquanto o sensor está a passar pelos primeiros (e prometedores) testes mas, para resultados mais conclusivos, será necessário levar a cabo uma quantidade maior de testes.

No Egito será possível denunciar notícias falsas pelo WhatsApp

A ideia é denunciar notícias que possam “colocar em perigo a segurança da nação e os interesses do público”.
O Egito anunciou uma nova linha que permitirá aos cidadãos denunciar notícias falsas que possam “colocar em perigo a segurança da nação e os interesses do público”. A iniciativa foi anunciada pelo Ministério Público do Egito como forma de monitorizar o que está a ser partilhado por diferentes publicações nas redes sociais.

À partida uma iniciativa louvável, o governo do Egito tem sido duramente criticado pelo facto de acusar publicações como o New York Times, o Washington Post e a CNN de fabricarem notícias, motivo por que têm estado inacessíveis aos utilizadores de dispositivos móveis desde o início do ano.

Com a introdução desta iniciativa será uma questão de tempo até ver o efeito que terá nos cidadãos e de que forma será decidido o que deve ou não ser bloqueado no país.

Spielberg: Sucesso da Netflix é "um perigo para os espetadores"

O conhecido realizador diz que filmes distribuídos por serviços de streaming não devem ser considerados para competir na cerimónia dos Óscares.
Os últimos anos têm sido marcados por um crescimento notório de serviços de streaming como é o caso do Netflix e do Amazon Prime. Ainda que este tipo de serviços possa ser do agrado dos respetivos subscritores, realizadores como Steven Spielberg parecem ter a opinião contrária.

De acordo com uma recente entrevista concedida ao ITV News, o realizador norte-americano considera este tipo de serviços “um perigo claro para os espetadores de cinema”, apontando que são os filmes mais pequenos a serem comprados por empresas deste tipo. Esta tendência ditará que nem todos os filmes sejam qualificados para a época de prémios, entre os quais os Óscares.

“Assim que te comprometes ao formato de televisão, és um filme de televisão”, apontou Spielberg, adiantando que isto ditará que os filmes possam ser “qualificados para um Emmy, mas não um Óscar”.

Apple quer lançar iPhone dobrável… mas ainda terá de esperar

Os rumores que apontam para uma aposta das fabricantes de smartphones em dispositivos com ecrã dobrável também fazem referência à rival Samsung.
Um analista do Bank of America fez uma previsão onde é referido que a Apple está a trabalhar em conjunto com os fornecedores de modo lançar um iPhone com ecrã dobrável. Porém, é adiantado que o dito iPhone só estará pronto em 2020.

Como conta o CNBC, a Apple pretende que um iPhone com ecrã dobrável seja a próxima grande alteração do smartphone depois do iPhone X. Na verdade, a integração de ecrã OLED neste modelo terá sido um passo relevante para um iPhone de ecrã dobrável, isto porque este tipo de ecrã é composto por pixéis individuais, o que torna os ecrãs mais flexíveis.

De notar que a Apple não é a única a estar interessada em ecrãs dobráveis. A Samsung e a LG, por exemplo, já manifestaram interesse em desenvolver a tecnologia e, tendo em conta que ambas as tecnológicas sul-corenas têm divisões dedicadas à produção de ecrãs, é previsível que venham a ter um papel nuclear na sua chegada ao mercado.

 

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Objetivo inicial do estudo era a mudança da cor e da opacidade do vidro com a incidência dos raios do sol.

Investigadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, descobriram um novo material que é capaz de transformar calor em energia elétrica. O perovskite sintético foi desenvolvido para funcionar como um “vidro inteligente”, capaz de mudar de cor e opacidade conforme a incidência dos raios solares.

No entanto, durante os testes, verificou-se que o material pode também transformar o calor da luz solar em eletricidade. O estudo foi publicado na revista Nature.

Conforme revelam os investigadores, o perovskite só consegue converter 7% da energia que recebe em eletricidade e a uma temperatura de 100 °C, o que o torna inviável para uso comercial. Existem também limitação a nível de cores, o material só consegue sair do transparente para laranja, castanho ou vermelho.

O grupo quer agora desenvolver a tecnologia para que a produção de eletricidade comece a partir de 50 °C ou 60 °C, e com novas cores. Ainda não se sabe, porém, se algum dia essa tecnologia se tornará comercialmente viável.

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Fonte: BCI, 26 de Abril de 2018

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