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A alegada terceira versão do iPhone 7 foi adiada para o próximo ano e será como que uma versão de celebração dos 10 anos dos smartphones da Apple.

Faltam cerca de três semanas para a revelação do próximo smartphone da Apple, alegadamente o iPhone 7, mas os últimos rumores continuam a olhar para além disso, em direção do iPhone de 2017.

As últimas informações chegam por via da japonesa Nikkei, que corrobora rumores antigos de que o iPhone de 2017 integrará pela primeira (num smartphone da Apple) um ecrã OLED, componente que será fornecido pela Samsung. Mais do que ter um dispositivo com ecrã OLED, a Apple terá também um ecrã com laterais curvas, uma caraterística popularmente reconhecida da linha Galaxy Edge da tecnológica sul-coreana.

A par destas informações surgem também novos elementos relativos à rumorada terceira versão do iPhone 7, conhecida como ‘Pro’, e que alegadamente foi cancelada. Agora, é adiantada a possibilidade desta versão ter sido adiada para o próximo ano, sendo este o iPhone que a Apple está a preparar para celebrar o 10º aniversário dos seus dispositivos móveis.

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Um recente estudo olhou para as margens operacionais das grandes fabricantes para perceber quem está realmente a ser bem-sucedido neste mercado.

Os smartphones não são um negócio fácil. Além de toda a competição de todas as empresas e fabricantes, ainda é necessário lidar com as tendências deste mercado que está sempre em mutação. Posto isto, não é de admirar que apenas duas das fabricantes consigam ser bem-sucedidas, neste caso a Apple e a Samsung.

As conclusão são de um estudo da Cannaccord Genuity, que compilou as margens operacionais de cada uma das ditas grandes empresas para perceber quais delas está a retirar lucro deste mercado, com a Apple a ter uma margem operacional de 38% e a Samsung de 17%. De resto, nota o The Next Web que tanto a Microsoft como a HTC têm perdas de 22%, a Lenovo de 10%, a LG de 5% e Blackberry de 3%.

Os dados são relativos ao segundo trimestre deste ano, sendo que mais interessante mesmo é perceber a evolução que o mercado tem tido desde o primeiro trimestre do ano passado.

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A nova aplicação da rede social já está disponível para dispositivos iOS.

O Snapchat tem-se mantido como um dos grandes rivais do Facebook, sobretudo no que diz respeito à popularidade entre os mais jovens e à predominância do formato vídeo, uma área em que a rede social de Mark Zuckerberg se tem tentado integrar desde há meses.

Numa nova ‘carga’ contra o Snapchat, o Facebook lançou uma nova aplicação que tem em vista rivalizar com a aplicação de Evan Spiegel. A aplicação, de nome Lifestage, permite aos utilizadores publicarem um vídeo para mostrarem aos seus seguidores o que estão a fazer ou a contar como foi o seu dia.

Como conta o The Next Web, de momento a aplicação apenas está disponível para dispositivos iOS, sendo de prever que o Facebook não demore a lançá-la para sistema operativo Android.

 

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Anteriormente este processo só era possível recorrendo a bactérias e a outro tipo organismos.

O MIT conseguiu dar um passo em frente no processo de ‘gravação’ de memórias em genes humanos, ganhando a capacidade de o fazer diretamente no ADN.

Anteriormente o processo apenas era possível para cientistas e investigadores caso fossem utilizados bactérias e outro tipo de organismos mais simples. Os investigadores do MIT responsáveis pela descoberta foram capazes de criar um circuito de genes com uma enzima capaz de reagir a uma determina célula imune.

Os investigadores foram mais longe e estão agora capazes de criar múltiplos destes circuitos, o que possibilita a um médico, em teoria, saber histórico de saúde de um determinado indivíduo. Apesar do entusiasmo que a descoberta está a gerar, conta o Engadget que esta capacidade ainda deverá estar longe de chegar, pelo que de momento apenas é de esperar que sirva como uma ferramenta parta vigiar infeções ou avanços de casos de cancro.

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O país conta desde esta segunda feira com um Sistema Integrado de Gestão e Monitorização do Espectro Radioeléctrico.
Dentre outras funcionalidades, o sistema permite o combate ao uso indevido do espectro radioeléctrico e de equipamentos e de sistemas de comunicações ilegais e interditos.  
O sistema que igualmente ira melhorar a qualidade nas comunicações, cobre as três regiões do país, e é composto por estacões fixas, móveis, móveis transportáveis e híbridas transportáveis, interligadas e coordenas por um Centro Nacional de Controlo, sedeado na cidade de Maputo.
Para o Ministro dos Transportes e Comunicações Carlos Mesquita o sistema vai conferir maior fiabilidade as comunicações, que estarão livres de interferências dos operadores e de utilizadores não credenciados.
Por seu turno a Presidente do conselho de Administração do Instituto Nacional de comunicações de Moçambique, Ema Chicoco a aquisição e instalação deste sistema visa responder ao aparecimento de novas tecnologias na área de telecomunicações e a utilização massiva de meios radioeléctricos.
O processo de aquisição do sistema integrado de gestão e monitorização do espectro radioeléctrico iniciou a três anos, e o desafio que segue e a sua expansão para todas as províncias do país.

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