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O motor de busca dá-lhe a oportunidade de localizar dispositivo, fazê-lo tocar ou até bloqueá-lo completamente.

Sim, o Google pode ter tudo sobre si e saber sempre onde se encontra mas, às vezes, pode retirar coisas positivas desta cedência de informações. Neste caso, localizar o seu dispositivo móvel com sistema operativo Android caso o perca ou lhe seja roubado.

Como nota o Cnet, para ter esta capacidade ativa deve ter todas as funcionalidades da Google ativas, incluindo a aplicação, os cartões Now e respetivas notificações assim como a localização ativada no modo ‘Precisão Alta’. Caso se veja na situação de precisar de localizar o seu smartphone, terá simplesmente de aceder no PC à mesma conta Google do seu dispositivo e pesquisar no motor de busca ‘find my phone’ (funciona também é inglês).

Será depois redirecionado para uma página nas definições da Google onde lhe será dada a oportunidade de localizar o dispositivo assim como fazê-lo tocar (útil caso esteja próximo) e ainda bloqueá-lo completamente caso não tenha a oportunidade de o recuperar.

quarta, 19 outubro 2016 03:35

Samsung aproveita o que pode do Galaxy Note

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Mesmo que o smartphone tenha ficado pelo caminho, a tecnológica sul-coreana lançou algumas das suas funcionalidades para o seu outro topo de gama, o Galaxy S7.

Apesar dos defeitos que estiveram na origem da decisão da Samsung em cancelar a produção, o Galaxy Note 7 ainda é visto como um dispositivo com qualidades. Decidida a tirar ainda algum proveito da situação, a tecnológica sul-coreana está a aproveitar determinadas funcionalidades deste dispositivo para as ‘migrar’ para o Galaxy S7, o topo de gama lançado no início do ano.

Conta o Engadget que vários utilizadores do Galaxy S7 e S7 Edge receberam uma atualização que lhes permite personalizar o que aparece como parte do ecrã ‘Always On’. Ainda que a funcionalidade não esteja disponível em pleno no Galaxy S7, é ainda assim apreciável para os possuidores de um destes dispositivos móveis.

De momento não é sabido se a Samsung pretende fazer chegar mais opções de software do Note 7 ao seu ‘irmão mais velho’, sabendo-se no entanto que a tecnológica sul-coreana está a procurar incentivar os antigos detentores do Note 7 a continuarem dentro da sua linha de smartphones.

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As explosões do Galaxy Note 7 provocaram uma ‘migração’ para outras fabricantes onde não se conta só a Apple como também a Huawei.

Era de esperar que o final do ano ficasse marcado por um ‘confronto’ de vendas entre o Galaxy Note 7 e o iPhone 7. Com as explosões que assolaram o topo de Samsung, os consumidores estão a ver-se sem outras opções e estão a voltar-se para a Apple, com o analista Ming-Chi Kuo da KGI a estimar que a Apple pode ter entre cinco a sete milhões de clientes adicionais vindos diretamente do outro ‘lado da barricada’.

A previsão aponta que este conjunto de consumidores não está restringido por qualquer noção de lealdade de marca, com o analista a afirmar que a Apple pode recolher até 50% das pré-compras feitas do Galaxy Note 7. Porém, não é a só a Apple que pode beneficiar com a polémica em que a Samsung se viu envolvida. A Huawei e a Google estão entre elas, nota o 9to5mac.

Sendo os mais recentes dispositivos móveis presentes no mercado, os smartphones Pixel têm boas hipóteses de ser bem sucedidos entre os fãs mais puristas do Android. Além disso, a tudo indica que a Huawei se prepara para revelar a próxima edição do seu ‘phablet’, o Mate 9, num evento marcado para o dia 3 de novembro. Ao ser um dispositivo de grandes dimensões com sistema operativo Android, o Mate 9 apresentaria uma escolha viável para quem continue interessado no Note 7.

terça, 11 outubro 2016 14:16

Samsung "apaga" GALAXY NOTE 7

 

A Samsung suspendeu as vendas do novo telemóvel Galaxy Note 7, horas depois de ter anunciado o cancelamento da produção do novo modelo.

O anúncio oficial foi feito esta terça-feira em Seul, várias semanas depois do escândalo das baterias defeituosas na origem de vários incêndios.

A decisão da companhia sul-coreana ocorre depois das autoridades de proteção dos consumidores dos EUA, Coreia do Sul e China terem emitido alertas para a utilização do aparelho.

A Samsung tinha já retirado do mercado 2,5 milhões de telemóveis, depois de várias companhias aéreas terem mesmo proibido a utilização do Note 7 em voos comerciais.

Antes do anúncio, a companhia tinha registado uma queda de 8% na quotação na bolsa de Seul, a maior perda de valor em oito anos.

Segundo alguns analistas o fim do Galaxy Note 7 poderá representar uma perda nas vendas de até 17 mil milhões de dólares para a companhia.

Um valor ao qual se deverão somar as despesas de recolha e destruição dos cerca de 4 milhões de telemóveis vendidos até hoje, calculada em 1,6 biliões de dólares.

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Começam a ser conhecidas algumas das especifidades do Pixel, o smartphone da Google.

O objetivo é roubar mercado à Apple e, para isso, a Google já deu a conhecer algumas das maiores inovações que o seu smartphone – o Pixel – irá trazer ao mundo da tecnologia.

Em São Francisco, o vice-presidente da Google, Rick Osterloh, adiantou que o Pixel irá trazer consigo o Assistant, a ‘Siri’ da Google, ou seja, integrará um assistente pessoal.

Além disso, a gigante da tecnologia quer apostar no armazenamento ilimitado de vídeos e fotografias através do recurso à Google Cloud.

Para já, o Pixel pode ser pré-ecomendado nos Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Canadá e Reino Unido. Quanto a Portugal, ainda não há data de disponibilidade prevista.

Sabe-se, contudo, que o preço do Pixel ronda, no mercado norte-americano, os 649 dólares, o equivalente a 579 euros.

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