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Passamos o dia inteiro a olhar para ecrãs – do telemóvel, do computador, da televisão, do tablet ou do GPS. Mas afinal quais são os danos para a nossa saúde?

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Somos peritos em disfarçar as emoções, mas as consequências que advêm desta negação contam com várias desvantagens para a saúde.


Há muito ritmo nos dias de hoje. A pressão sente-se no trabalho, e na própria vida pessoal, que leva a que se queira fazer várias coisas ao mesmo tempo e perder o mínimo de tempo possível.

As criações fazem por acompanhar este ritmo seja pelas conversas através do ecrã, para que não se ‘perca tempo’ ou casos tão mais específicos como máquinas de lavar que se ligam através do telemóvel. O propósito é o mesmo: não há tempo a perder, e há que ignorar quaisquer distrações.

O levar esta ideia ao extremo camufla as emoções que naturalmente sentimos (ou devíamos sentir). Como diz a Time, a nossa sociedade “não aprende a lidar com as emoções, mas a bloqueá-las e evitá-las”, um atual problema que leva por vezes ao abuso de álcool, drogas (que inclui medicamentos) ou ecrãs – sendo que a tecnologia é também vista como o vício usado para evitar o lado mais humano e emocional.

Este cenário, onde as emoções são anuladas, deve todavia ser contrariado, pelo bem da nossa saúde física e mental. Tais problemas foram explorados pela revista norte-americana que não se cinge à importância de nos abrirmos e expressarmos porque ‘a comunicação é importante’. Em vez disso, explora problemas mais graves e menos conhecidos como a contração muscular ou o conter da respiração: respostas biológicas à não expressão.

O não libertar emoções, a nível verbal ou não, é sentido pelo próprio organismo e pode resultar em problemas cardíacos, intestinais ou de imunidade.

A maior dificuldade passa, comummente, pela ignorância relativa ao tema: deixam-se levar pela exclusão de emoções sem saber as suas consequências que, quando chegam, desconhece-se a origem e não se sabe como as tratar, já que as emoções são algo que não está ao alcance do nosso consciente.

A solução passa pois por consciencializar para o problema e para a importância de se trabalhar as emoções no dia-a-dia.

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É inevitável nos dias de hoje, mas não facilite.

Comprar comida take-away, levar para casa o que sobrou de uma refeição fora ou fazer doses extra propositadamente para garantir a refeição do dia seguinte são boas (e por vezes únicas) soluções para que não tenha de cozinhar diariamente.

Além disso, é uma boa medida a se tomar por quem quer aderir à prática de levar a marmita para o trabalho – a forma mais indicada de garantir que o que comemos é saudável e nas doses certas. Contudo, há um lado mau em comer comida guardada que deve ser tido em conta para se diminuir os riscos de intoxicação alimentar – problema muito comum nos Estados Unidos, que contabiliza um milhão de infetados por ano, como aponta a BBC.

Mas o problema não se cinge a esta zona sendo que, em qualquer caso, a comida guardada é propícia ao desenvolvimento de bactérias que só não sobrevivem a altas temperaturas.

Neste sentido, o primeiro passo será mexer a comida para que aqueça uniformemente. Além disso, evite ao máximo aquecer a comida mais que uma vez, já que, cada vez que o faz, propicia a multiplicação de bactérias.

Segundo a BBC, o arroz é um dos alimentos sobre os quais esta regra não deve mesmo passar ao lado. A bactéria Bacillus que se produz neste hidrato de carbono transmite toxinas que, quando ingeridas, levam a diarreia e vómito. Mesmo que aqueça o arroz ao ponto de matar a bactéria, as tóxinas continuam lá presentes. Portanto, esqueça a dose industrial de arroz que faz no domingo a pensar no acompanhamento para toda a semana.

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Um estudo sobre perda de peso procurou saber quais são as principais distrações às

Um estudo levado a cabo por investigadores de um serviço de perda de peso, a Nutriservice, revela que o smartphone é uma fonte de distração tão grandes às refeições que uma em cada três pessoas não consegue comer sem consultar o dispositivo móvel.

No estudo tomaram parte duas mil pessoas dos EUA, com 29% a afirmar que o smartphone os acompanha em todas as refeições e mais de metade a admitir que o dispositivo está em cima da mesa na maioria das vezes. Só 17% dos inquiridos disse não consultar o smartphone enquanto está à mesa.

O estudo teve como objetivo apurar quais as maiores fontes de distração à mesa, com os investigadores a apontarem que o uso do smartphone influencia a comida ingerida e, por conseguinte, a perda de peso.

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A resposta é bem simples e prova o porquê de este ser um problema tão comum.

Quando começamos a entrar na rotina do ginásio, e sentimo-nos bem por estar a cumprir com o nosso objetivo e começamos a tirar prazer daquele momento para nós mesmo em que treinamos, a última coisa de que precisamos é de alguma limitação imposta pelo nosso próprio corpo.

Em qualquer momento (mesmo que já pratique exercício físico há bastante tempo, pois os treinos vão evoluindo) é importante que ouça sempre o seu corpo, e esteja atento a qualquer dor ou desconforto, que pode ser apenas uma resposta do corpo ao facto de estar a trabalhar mais um músculo que não costumava trabalhar, ou algo mais grave como uma lesão interna que deve ser vista por um médico.

No caso das dores de cabeça, frequente após os treinos, não é diferente. E o problema surge na sala de musculação, como explica o site Women’s Health UK.

Quando treina, trabalha os músculos, o que faz com que os vasos sanguíneos dilatem – incluindo os do cérebro. Se a pressão for demasiada, ou seja, se o treino for demasiado intenso, vai sentir dor de cabeça. Além disso, como o plasma (parte líquida do sangue) é maioritariamente composta por água, a desidratação, que advém da falta de água ingerida durante o treino, pode piorar a dor que sente.

Além de garantir um corpo hidratado, a revista aconselha a que, antes do treino de pesos, massaje a zona entre os ombros e pescoço e aqueça-o ao girar a cabeça algumas vezes – estes movimentos de aquecimento vão diminuir a tensão e prevenir a dor.

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Fonte: BCI, 22 de Julho de 2018

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