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Recente estudo revela (mais uma) vantagem de se manter uma vida ativa durante o tempo de gestação.

Evita dores de costas, facilita o processo de se voltar ao peso que se tinha antes da gravidez, ajuda a manter os níveis de energia e, segundo um recente estudo feito pela Universidade Técnica de Madrid, permite que se passe menos tempo em trabalho de parto.

O exercício físico durante a gravidez traz vários benefícios e foi no sentido de os analisar que um grupo de investigadores analisou um grupo de 508 grávidas saudáveis, que dividiu aleatoriamente por dois grupos: um de treino, onde as mulheres praticaram exercícios aeróbicos de ritmo moderado três vezes por semana, e um de controlo.

Findo a gravidez, o parto de cada mulher foi analisado em vários aspetos como peso ganho pela mãe, peso do bebé e uso de epidural, além da duração em cada fase do trabalho de parto.

Da análise foi possível concluir que as mulheres que praticaram exercício durante a gravidez tinham maior tendência a realizar o parto em menos tempo. Além disso, na generalidade, usaram menos a epidural do que o outro grupo de grávidas.

O exercício na gravidez vem assim comprovar mais uma vantagem para a saúde da mulher, bem como do bebé já que, a nível do peso do recém nascido, verificou-se uma maior frequência de bebés acima do peso no caso das mulheres que não praticaram exercício físico durante o tempo de gestação.

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A nova técnica de ressonância magnética deverá pôr um fim aos testes dolorosos e invasivos utilizados até ao momento na deteção e no diagnóstico do cancro da próstata.

A técnica de RM funciona em mais de um quarto dos casos, garante o novo estudo levado a cabo pela University College London, no Reino Unido.

O que poderá significar que os milhões de homens submetidos anualmente a biopsias dolorosas poderão evitar esse procedimento – que envolve retirar amostras de tecido da próstata para análise.

A técnica de RM é 12 por cento mais eficaz a detetar a existência de tumores fatais e 13 por cento mais eficiente a referenciar sintomas cancerígenos que necessitem de intervenção. O exame deverá referenciar e sublinhar as "potenciais áreas de perigo".

Se nada for detetado os pacientes continuarão a ser monitorizados, e não terão que ser submetidos de imediato a uma biopsia.

No caso do exame encontrar um tumor, será necessário que o paciente realize então na mesma uma biopsia de forma a confirmar ou não o diagnóstico. Porém a técnica de RM deverá ajudar os médicos indicando o tecido específico que deverá ser recolhido.

Os especialistas garantem que o novo método não invasivo de ressonância poderá salvar milhões de vidas, através de um diagnóstico precoce e exato.

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Tanto o frio, como o calor extremos podem afetar o seu organismo, física e mentalmente.


As consequências do efeito de estufa, de desastres naturais e de um planeta mais quente contribuem para o aumento do stress e da ansiedade, de infecções, comprometem ainda o sistema imunológico, e podem até ser um fator determinante no desenvolvimento de doenças mentais.

Saiba mais sobre como as alterações climáticas nos estão a influenciar:

Afetam as alergias

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, as temperaturas elevadas agravam os sintomas das doenças respiratórias, tais como a asma ou simples alergias, porque aumentam os níveis de poluentes no ar. Temperaturas mais quentes e níveis mais altos de CO2 significam também uma maior libertação de pólen pelas plantas, o que intensifica as alergias.

Aumentam a incidência de algumas doenças

Quanto mais elevadas são as temperaturas, maior é o risco de inundações e da propagação de doenças transmitidas pela água. Um estudo de 2013 sobre a ocorrência de inundações no continente Europeu descobriu que, à medida que as enchentes aumentavam, a taxa de incidência de várias doenças também aumentava, tais como a diarreia, problemas virais ou bacterianos transmitidos por roedores e infeções propagadas por mosquitos, carrapatos, moscas e pulgas.

Afetam a reação aos medicamentos

Um estudo de 2013 descobriu que, à medida que as doenças geradas pelas mudanças climáticas aumentam, ficamos mais propensos a tomar mais medicação, tornando-nos dependentes destas drogas, incluindo de antibióticos e analgésicos. A toma exagerada desses fármacos faz com que paradoxalmente nos tornemos também mais resistentes aos seus efeitos, o que poderá tornar-se eventualmente desastroso, caso a ciência não consiga produzir novas alternativas de cura.

Fica mais vulnerável ao stress

Estudos das Nações Unidas mostram que as ondas de calor produzem stress e ansiedade extremas, com picos insustentáveis na temperatura corporal, que tornam as condições de trabalho insuportáveis e aumentam o risco de doenças cardiovasculares, respiratórias e renais.

Afetam a saúde mental

O aumento de temperatura é difícil para quem sofre de problemas de saúde mental. Estudos mostram que os extremos na temperatura, especialmente o calor, aumentam a incidência de doenças do foro psicológico, de comportamentos agressivos, violência e até suicídio. Durante as ondas de calor, os indivíduos diagnosticados com algum tipo de doença mental enfrentam um maior risco de mortalidade, por razões que até agora não são inteiramente claras para a comunidade científica.

Podem alterar o ciclo menstrual

O ar poluído pode contribuir para um ciclo irregular. Isso porque os poluentes da atmosfera afetam os níveis hormonais e o metabolismo humano.

Aumenta as probabilidades de nascimentos prematuros

Vários estudos concluíram que a exposição a temperaturas extremas no início das gestações, especialmente durante as primeiras sete semanas, pode multiplicar significativamente a taxa de partos prematuros.

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A descoberta abre portas a que se criem novos modelos de identificação da doença, o que permite pensar em formas de tratamento mais específicas a cada caso.


A par de um estilo de vida pouco saudável, a própria genética pode ser responsável pelo desenvolvimento de cancro. Foi desta segunda causa que partiu um estudo publicado esta semana, no sentido de identificar os genes responsáveis pela doença, ou risco da mesma.

O estudo baseou-se numa técnica anteriormente desenvolvida pela Universidade de Londres, que identifica as interações entre diferentes regiões do genoma – conjunto dos genes e outras sequências não codificadoras que juntas criam toda a informação hereditária do ser humano.

Das 63 regiões analisadas, em 33 os cientistas encontraram 110 genes que potenciam o aumento dos riscos do cancro da mama se desenvolver.

Até então, apenas 14 genes eram conhecidos como tal pelo que a recém descoberta obriga a que se analise os ‘novos’ genes, no sentido de se perceber em detalhe o risco de cada um.

Segundo Olivia Fletcher, responsável pela referida pesquisa,”Identificar estes novos genes vai nos ajudar a compreenrer em maior detalhe a genética do risco de cancro de mama.” Um aspeto bastante relevante, principalmente para um tipo de cancro que, segundo a Organização Mundial de Saúde, é o mais frequente entre as mulheres, e cada vez mais tem afetado a população feminina.

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Se acha que ouvir música lhe dá mais energia quando está a correr ou a levantar pesos no ginásio… Não está sozinho, a ciência 'diz' que tem razão.

Um grupo de investigadores da Universidade Texas Tech, nos Estados Unidos, afirma que ouvir melodias alegres aumenta de facto a resistência física de quem pratica exercício físico de alta intensidade. No novo estudo, os indivíduos que ouviram música durante um exame de stress cardíaco, aguentaram em média um minuto a mais, a praticar o mesmo tipo de exercício, comparativamente a quem não ouviu música.

O projeto de investigação, ainda não foi divulgado em nenhuma publicação científica, e será apresentado pela primeira vez durante esta semana na conferência anual de American Cardiology, em Orlando, na Florida.

"Pelo menos em pequena escala, este estudo sugere que ouvir música motiva quem está a praticar algum tipo de atividade física, incentivando a que pratique ainda mais desporto – que é crucial para a saúde do coração", afirma o coordenador da equipa de cientistas, o médico cardiologista Waseem Shami.

Shami e os seus colegas recrutaram 127 voluntários para serem monitorizados durante um exame de stress cardíaco. Este tipo de exame é utilizado para medir a frequência cardíaca durante a prática intensa de exercício. Neste caso, o nível de inclinação e de velocidade das passadeiras foi sendo aumentando de três em três minutos.

Metade dos voluntários foram selecionados, ao acaso, para ouvirem música latina, house e pop, ao mesmo que andavam ou corriam nas passadeiras; enquanto, que o outro grupo fez o exercício físico que lhe competia em silêncio (todos utilizaram auriculares, de forma a que os investigadores não soubessem quem fazia parte de cada grupo).

Os cientistas norte-americanos concluíram que os indivíduos que escutaram música aguentaram em média mais oito minutos e 26 segundos, comparativamente aos elementos do grupo 'silencioso', que resistiram em média durante sete minutos e 35 segundos.

"Após os primeiros seis minutos, parece que está a subir uma montanha, por isso resistir durante mais 50 segundos, ou mais do que isso, é muito significativo!", explica o cardiologista Shami.

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Fonte: BCI, 18 de Junho de 2018

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