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Há métodos para garantir que elimina mais bactérias, e não é com o uso de produtos anti-bacterianos.

A lavagem normais dos legumes e frutas não elimina todas as bactérias lá presentes, um problema que ganhou atenção com a divulgação de que a alface romana é um vegetal bastante afetado pela E. Coli, tendo sido responsável por um surto de infeção nos Estados Unidos.

Na procura pela forma mais eficaz de lavar os vegetais, vários cientistas fizeram vários testes, concluindo que a imersão em água não elimina as bactérias presentes nos alimentos, nem tão pouco os produtos específicos anti-bacterianos são eficazes para tal eliminação.

Quando às boas notícias, os cientistas garantem que dificilmente encontrará a bactéria específica E. Coli em alimentos frescos (que não foram conservados para transporte, por exemplo), no entanto, não deve descurar de uma limpeza já que tais produtos estão, nos locais de venda, expostos ao toque de qualquer um, além de que mantêm resíduos de terra, que podem conter químicos ou vestígios de outras substâncias – para os eliminar, o melhor é não complicar: passe-os por água corrente e se possível seque-os com uma leve fricção, já que o uso de uma toalha pode ajudar a reduzir em muito os microrganismos, aponta a Time.

Outro aspeto importante é a altura em que limpa as frutas e vegetais. Deve fazê-lo apenas antes de comer, já que, quando hidratado, o alimento fica mais propício ao crescimento de bactérias. Por fim, garanta que a toalha, tábua de corte e as suas próprias mãos estão bem limpas antes de entrarem em contato com qualquer produto.

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Um regime alimentar demasiado rico em hidratos de carbono pode provocar a ocorrência da menopausa precoce, sugere um estudo realizado pela Universidade de Leeds, no Reino Unido, que envolveu 914 mulheres.

Comer muita massa, pão e arroz foi associado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo do que a idade média das mulheres no Reino Unido, de 51 anos.

No entanto, também foi descoberto que uma dieta rica em peixe, leguminosas e feijão pode de facto atrasar o aparecimento da menopausa natural.

Os especialistas sublinham que a dimensão do peso das escolhas alimentares sobre a menopausa ainda não é completamente óbvia, mas que é real.

A pesquisa foi publicada no periódico Epidemiology & Community Health. Os cientistas envolvidos entrevistaram 914 mulheres sobre os seus hábitos alimentares.

Uma dieta rica em leguminosas, que inclui ervilhas, feijões, lentilhas e grão-de-bico, atrasou a menopausa em um ano e meio, em média.

Já ingerir muitos carboidratos refinados, particularmente arroz e massa, foi relacionado à chegada da menopausa um ano e meio mais cedo.

Os pesquisadores levaram em consideração outros fatores, como o peso, a história reprodutiva e o uso de terapia de reposição hormonal (TRH), mas nesta primeira fase do estudo não consideraram fatores genéticos, que também podem influenciar a chegada da menopausa.

O estudo não pôde provar qualquer relação de causa, mas oferece algumas possíveis explicações por trás das descobertas. Por exemplo, as leguminosas contêm antioxidantes, capazes de prolongar a menstruação.

O ómega-3, presente nos peixes mais gordos, também estimula a capacidade antioxidante do organismo.

Em contrapartida, os hidratos de carbono refinados aumentam o risco de resistência à insulina, o que pode interferir na atividade das hormonas sexuais - e aumentar os níveis de estrogénio. O que por sua vez pode elevar a quantidade de ciclos menstruais, fazendo com que a quantidade de óvulos no corpo feminino acabe mais rapidamente.

A co-autora do estudo, Janet Cade, professora de epidemiologia nutricional, disse que: "Uma compreensão clara de como a dieta afeta o início da menopausa natural será muito benéfica para as mulheres que já estão em risco de menopausa precoce ou que têm um histórico familiar de certas complicações relacionadas à menopausa".

Convém salientar que as mulheres que passam pela menopausa mais cedo têm um maior risco de desenvolverem osteoporose, doenças cardíacas e vários tipos de cancro.

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O tema ganhou destaque pelo plano detox de 10 dias de Kim Kardashian, que partilhou nas redes sociais.

Tudo o que é em exagero, não é aconselhado para a saúde. A ideia é mais que sabida, e por isso um plano detox que dura 10 em vez dos mais comuns 3 dias poderá deixar qualquer um em dúvida sobre a validade desta prática.

Por outro lado, tendo o mesmo sido divulgado pela socialite Kim Kardashian, muitos serão os que pretendem seguir o exemplo, mesmo que esta prática alimentar não se sustente na experiência de especialistas.

Na sua página de Instagram, Kardashian justifica que a Met Gala está a chegar e que embora se tenha esforçado a nível de exercício físico, admite que a sua alimentação não tem sido a melhor nos últimos tempos: “quero alterar a minha rotina alimentar para comer de forma mais saudável e cortar o máximo possível o açúcar da minha vida”, escreve na descrição de uma foto em biquini.

Segundo o nutricionista Hazel Wallace, citado pela Women’s Health UK, o plano de ‘limpeza’ de 10 dias é mal sustentado e pode trazer mais desvantagens do que benefícios. A esclarecer, a especialista esclarece que o termo ‘detox’ refere-se a desintoxicação, um processo normal do corpo humano, de expulsão de certas substâncias que não são aproveitadas pelo organismo.

A concluir, o nutricionista garante que uma dieta equilibrada e variada é, a médio e longo prazo, bastante mais eficaz que os sumos, batidos ou chás detox que mesmo que garantam uma quase imediata perda de peso, o mesmo facilmente será ganho, além de que tais bebidas podem levar à perda de sódio ou desidratação extrema, por exemplo.

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Tal descoberta permite abordar a ansiedade, depressão ou mesmo o Alzheimer através de novas abordagens.

Há uma zona do cérebro que não é atingida pelo Alzheimer nem pela demência, foi o que concluiu um grupo de investigadores da Universidade de Saúde de Utah, nos Estados Unidos, que garante que a música, esta sim, ativa a referida área cerebral e é vista como forma de ajudar a aliviar a ansiedade em pacientes com demência, aponta o Sur.

A investigação comprovou que o ouvir programa de música personalizado faz com que o cérebro ‘ative’ uma zona do cérebro externa à afetava pelo Alzheimer ou demência que se carateriza por ansiedade, depressão e agitação. Tais aspetos são diminuídos quando a música ‘influencia’ o cérebro, trazendo o paciente novamente à realidade, o que o acalma.

Ao contrário da capacidade sonora, que ativa o cérebro principalmente nos pacientes que estão a perder o contato com a realidade que o rodeia, a memória visual e de linguagem são afetadas pelo tempo, não permitindo o tratamento por este meio.

Apesar dos promissores resultados, a análise contou apenas com uma amostra de 17 adultos, não sendo ainda claro, por exemplo, quais serão os efeitos deste tratamento a longo prazo. Ainda assim, e não achando que este será o caminho para a cura do Alzheimer, é um método promissor como forma de diminuir os efeitos da doença e melhorar a qualidade de vida do doente.

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É comum, mas errada, a ideia de que com o avançar da idade devemos expor os joelhos a um menor esforço e impacto.

Embora os joelhos sejam afetados por exercícios de desgaste como a corrida, e sejam associados a vários problemas à medida que se envelhece, o terapeuta físico Paul Ochoa esclarece que, pelo contrário, exercícios de grande impacto são aconselhados, sendo a melhor forma de manter os joelhos fortes.

O ‘medo’ vem do desgaste das cartilagens e demasiada pressão que colocamos nos tendões com o passar do tempo e leva à ideia de que exercícios como basquetebol ou saltos para a caixa ‘são para os novos’.

O problema, contudo, não advém dos exercícios praticados, mas da forma como os praticamos. Esclarece o especialista que, do mesmo modo como o levantamento de pesos promove o fortalecimento dos músculos, também os saltos e quedas promovem a conservação e fortalecimento dos ossos além de reforçar a ligação dos tendões entre músculos e ossos.

Em suma, a prática frequente de tais exercícios está a permitir um corpo mais forte e não o contrário, que se verifica sim quando tais exercícios de maior impacto são retirados de uma rotina de treino.

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Fonte: BCI, 18 de Junho de 2018

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