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Vinte e uma raparigas, raptadas pelo Boko Haram há mais de dois anos, foram hojhe libertadas pelo grupo extremista, segundo uma fonte da presidência nigeriana.

Naturais de Chibok, no nordeste da Nigéria, as jovens foram “trocadas por 4 prisioneiros do Boko Haram esta manhã”, na região de Banki, fronteira com os Camarões, de acordo com uma fonte local em declarações à agência France Press.

O Boko Haram raptou 276 estudantes de uma escola secundária em Chibok a 14 de abril de 2014, 57 das quais conseguiram fugir pouco tempo depois.

O rapto gerou o movimento “BringBackOurGirls”, que luta pela sua libertação e que aguarda agora a confirmação da identidade das libertadas.

O rapto provocou indignação e trouxe atenção mundial para a rebelião do Boko Haram, que já causou pelo menos 20.000 mortos e mais de 2,6 milhões de deslocados desde 2009.

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O refugiado sírio detido esta semana na Alemanha por suspeitas de preparar atentados terroristas foi encontrado morto na cela onde estava, na prisão de Leipzig, no leste do país.

Jaber al-Bakr, de 22 anos, tinha sido detido na madrugada de segunda-feira, com a ajuda de vários compatriotas que o entregaram às autoridades, depois de ter escapado a um cerco policial.

Al-Bakr ter-se-á suicidado, apesar da vigilância apertada a que estava a ser sujeito. Foi encontrado enforcado na cela.

Al-Bakr era suspeito de estar a preparar um atentado terrorista de grandes proporções na Alemanha, que iria ser levado a cabo muito em breve.

Segundo informações ainda não confirmadas, depois de preso, Al-Bakr terá denunciado como cúmplices
aqueles que o entregaram, uma pista que a polícia alemã vai ter de levar muito a sério.

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O ex-líder de um grupo rebelde islamita no Mali foi morto neste sábado na explosão em Kidal, no norte do país.
Nesta altura, Cheikh Ag Aoussaa fazia parte de uma delegação que participava num encontro com a ONU e a missão francesa no país. O carro onde seguia explodiu quando estava a sair de um escritório da ONU em Minusma.

Ainda não se sabe ao certo o que terá provocado o rebentamento. Numa primeira fase falou-se numa mina mas mais tarde surgiram informações de que existiriam explosivos dentro da viatura.

Tuaregue da tribo dos Ifoghas, Aoussaa era número dois do Alto Conselho para a Unidade do Azawad (HCUA) e considerado um falcão da rebelião.

Recorde-se que o Mali continua numa situação caótica: há várias regiões que estão fora do controlo das forças de segurança do país e estrangeiras, mesmo tendo sido assinado, em junho do ano passado, um acordo de paz entre o governo, os grupos pró-Bamaco e a antiga rebelião. Esse acordo tem como objetivo isolar definitivamente os extremistas.

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Na Etiópia, foi declarado o estado de emergência por seis meses. A decisão do governo segue-se a vários meses de confrontos e instabilidade política. Segundo algumas ONG, o balanço, só na região de Oromiya, é de mais de 500 mortos, desde o ano passado – Números que o governo considera exagerados. É a primeira vez em 25 anos que esta medida de exceção é decretada na Etiópia.

“A origem deste estado de emergência está nas forças contrárias à paz, que em colaboração com entidades estrangeiras, inimigas do país, estão a constituir movimentos organizados para desestabilizar o país e impedir a paz e a segurança das pessoas”, disse o primeiro-ministro Hailemariam Desalegn.

O estado de emergência não implica um recolher obrigatório, mas esta medida pode ser decretada local e pontualmente. Entre os habitantes da capital, Addis Abeba, as opiniões são várias: “O estado de emergência não é uma solução. Pode ser uma solução temporária, mas não é uma forma duradoura de resolver os problemas”, diz um homem. Outro acrescenta: “Na minha opinião, esta declaração do estado de emergência por parte do governo só peca por tardia. Se a decisão tivesse sido tomada há mais tempo, esta destruição que está a varrer o país não teria acontecido”.

Os últimos dias têm sido particularmente violentos. O descontentamento para com a classe política da Etiópia aumenta ao mesmo tempo que a seca está a por fim a uma série de anos de crescimento económico. Os protestos mais sangrentos aconteceram no domingo, dia 2 de outubro. Pelo menos 52 pessoas morreram esmagadas, num festival religioso, depois de a polícia ter disparado tiros para o ar e usado gás lacrimogéneo para dispersar a multidão.

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RTP adianta que fontes na ONU apontam António Guterres como favorito para a 6.ª votação para o cargo. No entanto, haverá uma votação formal agendada para amanhã, quinta-feira, às 15h.

Tudo aponta para que António Guterres seja eleito como o novo secretário-geral da ONU. O português ficou à frente e não recolheu nenhum veto na sexta votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova Iorque, para eleger o próximo secretário-geral da organização.

Refira-se, contudo, que amanhã, quinta-feira (06), deverá ainda ser realizada a votação formal - algo como um procedimento proforma - para oficializar o novo cargo do antigo governante português.

O Conselho de Segurança, com a presença de todos os embaixadores, anunciou que o português era o "vencedor claro" e que avançava já na quinta-feira para a aprovação de uma resolução que propõe o nome de Guterres para aprovação pela Assembleia Geral.

Após cinco votações preparatórias, em que os votos dos 15 membros do Conselho de Segurança não eram discriminados - e que apontavam para Guterres como sucessor do sul-coreano Ban Ki-moon -, desta vez, os votos dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido) serão conhecidos, ficando exposto qualquer veto.

Citado pela RTP, Guterres diz-se "honrado e feliz pela eleição para o cargo" de secretário-geral da ONU.

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Fonte: BCI, 13 de Janeiro de 2016

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