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O FMI tenta pôr fim à grave crise económica no Egito com a aprovação de um empréstimo de 12 mil milhões de dólares nos próximos três anos.

Em troca o governo comprometeu-se a lançar um profundo plano de austeridade que se arrisca a inflamar a revolta da população.

A polícia egípcia deteve esta sexta-feira mais de 300 pessoas durante uma jornada de protestos em todo o país contra o aumento do custo de vida.

As reformas exigidas pelo FMI prevém uma redução drástica das subvenções públicas, em especial aos combustíveis, que fizeram disparar os preços dos bens essenciais no país.

A libra egipcía sofreu uma queda de 50% face ao dólar, depois do Banco Central ter aceite adotar uma taxa de câmbio flutuante. Uma medida que fez disparar o preço dos bens importados, como o açúcar.
Num país onde um terço da população vive abaixo do limiar da pobreza, a austeridade poderá, no entanto, a aumentar ainda mais a instabilidade política e a contestação contra o governo do presidente Abdel Fatah Al-Sissi.

A violenta repressão da oposição e os atentados islamitas tinham afetado seriamente o turismo, um dos principais recursos económicos do Egito.

segunda, 14 novembro 2016 09:04

Sismo de 7,8 faz dois mortos na Nova Zelândia

Pelo menos duas pessoas morreram na sequência do sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter que atingiu a Nova Zelândia, este domingo.

O alerta de tsunami emitido na sequência do terramoto, ainda se mantém para a zona onde se localizou o epicentro, 91 quilómetros a norte da cidade de Christchurch, na Ilha do Sul, mas já foi levantado nalgumas regiões do país.

O sismo deixou muitas localidades com as estradas bloqueadas. Na Ilha do Sul e na zona sul da Ilha do Norte, foi suspensa a circulação ferroviária. A empresa Bluebridge Ferry, que assegura as carreiras de ligação marítima entre Wellington (Ilha do Norte) e Picton (Ilha do Sul), anunciou que o serviço foi suspenso porque os portos ficaram danificados.
À medida que as equipas de salvamento avançam para o interior, é possível que sejam identificadas mais vítimas, disse o primeiro-ministro, John Key:

“Sabemos agora que baixou o risco de tsunami e o alerta foi limitado às zonas costeiras. Exortamos porém as pessoas a manterem todos os cuidados”, disse Key.
O “site” neo-zelandês de vigilância e alerta para fenómenos geológicos, GeoNet, informou que o sismo foi largamente sentido através do país e alertou a população para possíveis réplicas.
A cidade de Christchurch foi atingida em 2011 por um terramoto de intensidade 6,3, que matou 185 pessoas.

A Nova Zelândia situa-se no limite das placas tectónicas da Austrália e do Pacífico, zona que faz parte do chamado Anel de Fogo do Pacífico, onde anualmente são registados cerca de 15 mil sismos.

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As autoridades de Gauteng, na África do Sul, poderão declarar emergência em algumas regiões da província, onde a persistência das chuvas está a desalojar um número crescente de famílias.

O mau tempo fez 6 mortos em Johannesburg e Ekurhuleni, além de ter causado danos avultados e desalojado centenas de famílias.

A persistência da chuva está a dificultar as buscas visando localizar o corpo de uma mulher que ontem de manhã se afogou no Rio Apies, em Pretória.

Mergulhadores conseguiram recuperar os destroços da viatura em que a mulher seguia quando foi colhida pela corrente da água.

Também devido à continuação do mau tempo, os serviços de emergência interromperam ontem as buscas de uma criança de 3 anos, que foi arrastada pelas águas na quarta-feira em Alexandra.

Na altura do incidente, a menor estava com os pais no bairro informal de Setjwetla, onde as inundações desalojaram centenas de famílias.

A cidade de Ekurhuleni registou as piores inundações de que há memória nos últimos 200 anos.

De acordo com os serviços de meteorologia da África do Sul, na sexta-feira, a cidade registou 79.4 milímetros de chuva em apenas 1 hora.

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Donald Trump prometeu fazer a América grande outra vez e para isso garantiu, por exemplo, criar 25 milhões de empregos nos próximos dez anos num país com uma taxa de desemprego a rondar apenas os cinco por cento.

Os norte-americanos gostaram tanto que o elegeram, mas quem pode vir beneficiar mais são sobretudo os setores das farmacêuticas, da exploração de combustíveis fósseis e das gigantes tecnológicas ligadas, sobretudo, à internet.

Farmacêuticas
No programa de campanha para as recentes presidenciais dos Estados Unidos, a candidata democrática e então grande favorita à eleição, Hillary Clinton, propunha a criação de uma “súper agência” de regulação de preços em certos medicamentos de terapêuticas de longo prazo e sem concorrência no mercado com o objetivo de proteger os consumidores da inflação no custo deste tipo de fármacos únicos ou de escassas alternativas no mercado.

A derrota de Hillary Clinton foi uma excelente notícia para as farmacêuticas, que poderão continuar a lucrar com este tipo de medicamentos essencial para certos pacientes e que terão de continuar a ser adquiridos apesar do preço a que são vendidos. Os lucros estão, à partida, garantidos. A menos que Donald Trump, entretanto, se reveja na proposta da rival e a adote. Pouco provável.

Tecnológicas
Alguns dos gigantes norte-americanos do setor tecnológico, se não todos, têm transferido as suas operações para outros países vistos como “paraísos fiscais” e com condições para desenvolvimento tecnológico, por exemplo para a Irlanda. O objetivo principal das empresas é evitar a taxa empresarial de 35 por cento.

A proposta eleitoral de Donald Trump de criar uma taxa única de 10 por cento para as empresas que repatriem fortunas pode levar a Google, a Apple ou o Facebook a regressar com os biliões de dólares mantidos além-fronteiras.

Donald Trump pretende também “reconquistar o controlo da Internet” (palavras dele) e isso implicará certamente um investimento nas empresas dedicadas à rede global. É preciso, no entanto, que o Presidente eleito cumpra a promessa.

Matérias-primas
Os Estados Unidos, a par da China, é um dos países mais poluentes do mundo. Barack Obama acaba de ratificar o Acordo de Paris, no qual os norte-americanos se comprometem a reduzir drasticamente a pegada ecológica para tentar parar as alterações climáticas que estão a aquecer os polos. Para Donald Trump, de acordo com o “twit” escrito em 2012 e reforçado em alguns discursos durante a campanha, o “aquecimento global é uma farsa criada pela e em proveito a China para tornar a produção dos EUA não competitiva.”

O triunfo do republicano surge assim como uma ameaça à aposta nas energias renováveis iniciada por Obama e, por outro lado, dá esperança à revitalização do setor da extração de alguns dos mais poluentes combustíveis fósseis como o carvão, o gás e o petróleo. Os mineiros, por exemplo, foram dos que mais festejaram a vitória de Trump. Não é para menos.

Acordo de Paris
O Acordo de Paris foi aceite e assinado entre mais de 190 países em dezembro do ano passado. Tem vindo a ser ratificado por todos e obriga cada um dos signatários a cumprir o acordado no mínimo durante quatro anos (incluído um de pré-aviso para eventual desistência). Barack Obama já o ratificou. Donald Trump prometeu bloqueá-lo. Se não conseguir cumprir — é difícil desistir antes de 2020 —, tudo fará certamente para o boicotar.

O eventual recuo norte-americano na luta ambiental coloca em risco os projetos de energia renovável já em andamento. E coloca também em risco o futuro do planeta.

Automóveis
Os fabricantes de automóveis também ficaram preocupados face à eleição de Trump. Muitos têm fábricas no México, onde o custo do trabalho é mais baixo, mas o desejo reiterado por Trump de proteger a produção interna com o aumento das taxas alfandegárias para os bens importados atinge vários setores, mas o dos automóveis será sem dúvida um dos mais prejudicados.

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Tragédia nas estradas sul-africanas.

10 moçambicanos morreram esta 4ª feira e outros 9 ficaram feridos na Bulemburoad, perto da vila municipal de Barberton, província sul-africana de Mpumalanga.

Segundo o porta-voz do departamento da Segurança Comunitária, Joseph Mabuza, O carro capotou quando o motorista do mini-bus, a caminho de Mogambique saindo de Gauteng, perdeu controlo da viatura numa curva em zona montanhosa perto de Barberton. Os feridos dos quais 4 crianças foram transferidos para 0 Hospital Rob Ferreira, na cidade de Nelspruit. O número de vítimas mortais

poderá aumentar dada a gravidade dos ferimentos de alguns sobreviventes. 

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Fonte: BCI, 25 de Maio de 2017

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