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Termina esta semana na África do Sul a missão das brigadas da recolha de dados dos emigrantes moçambicanos para registo e emissão de bilhetes de identidade e passaportes biométricos.
Entretanto, muita gente vai ficar sem documentos nacionais, alegadamente, devido o valor praticado para aquisição.
Ninguém sabe quando haverá outra missão.

quinta, 08 dezembro 2016 09:37

Trabalhadores fazem "exigências" a Trump

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Nem tudo são rosas para Donald Trump. Se por um lado é certo que os trabalhadores de colarinho azul tiveram um papel de peso na eleição do empresário, por outro, isso não é sinónimo de tranquilidade.

Esta quarta-feira, vários trabalhadores que estavam em greve, em Washington, acusaram empresas financiadas pelo Estado de violações de direitos e exigiram medidas da parte de Trump.

O senador Bernie Sanders esteve no terreno: “Mostramos a Trump e a qualquer pessoa que quando milhões de pessoas se juntam, vencem. Ninguém nos vai parar.”

O congressista Keith Ellison também se pronunciou: “Não se trata de cooperar com Trump, mas de cooperar com as pessoas. Concentramo-nos em demasia no que alguns políticos ou grandes empresários fazem. O enfoque tem de ser nas pessoas.”

Voz crítica de Trump, o ator Danny Glover mostrou-se atónito com notícias recentes: “É irresponsável eleger Trump como personalidade do ano. Em que é que isso se baseia? No facto de que ganhou o Colégio Eleitoral? No facto de que mentiu às pessoas? Nas estórias do que fez e do que pensa sobre as mulheres? No racismo? É essa a personalidade do ano? Estou consternado.”

Donald Trump ainda não tomou posse como Presidente dos Estados Unidos, mas até lá ainda deverá continuar a dividir opiniões.

Stefan Grobe, euronews: “Os trabalhadores de colarinho azul que foram fulcrais na vitória eleitoral de Donald Trump querem, agora, medidas e de forma rápida. Trump tem de dar resposta a estas pessoas para as manter do seu lado.”

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A urna contendo as cinzas do antigo líder de Cuba, Fidel Castro, vai hoje a enterrar no Cemitério de Ifigénia, em Santiago, local considerado berço da revolução cubana.

É o mesmo cemitério onde jazem os restos mortais de José Marti, herói da independência de Cuba.

Fidel Castro morreu aos noventa anos no dia 25 de Novembro último.

Esta cerimónia marcou o fim da Caravana da Liberdade, que durante 4 dias atravessou a Ilha de Cuba com a urna contendo as cinzas de Fidel Castro.

O cortejo fúnebre chegou este sábado a Santiago, ido de Havana, após percorrer 900 km.

Foi uma procissão em sentido contrário da marcha revolucionária que em Janeiro de 1959 levou o líder comunista ao poder.

Ao longo de todo o percurso, houve uma moldura humana a homenagear o homem que pôs fim à ditadura de Fulgêncio Baptista.

No discurso proferido neste acto, o Presidente cubano Castro disse que, por vontade expressa do seu irmão, nenhuma avenida, praça, monumento ou outro local público irá ostentar o nome de Fidel Castro.

Também não será erguida nenhuma estátua ou busto em memória do líder da revolução cubana.

Raul Castro prometeu submeter uma proposta de lei à Assembleia Nacional proibindo o culto de personalidade, uma prática a que Fidel Castro opôs com veemência.

O presidente de Cuba jurou defender a pátria e o socialismo, para honrar a memória de Fidel.

Acorreram às exéquias milhares de cubanos e vários líderes estrangeiros, em que se destacavam os presidentes da Venezuela, Nicolas Maduro, e da Bolívia, Evo Morales, além dos antigos presidentes brasileiros, Lula da Silva e Dilma Roussef.

Moçambique fez-se representar no último “adeus” ao antigo líder cubano através de uma delegação chefiada pelo antigo Presidente da república, Armando Guebuza.

A cerimónia terminou com a entoação do hino 26 de Julho, nome do movimento fundando em 1954 e que levou Fidel Castro ao poder.

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O hospital pediátrico mais moderno em África abriu ontem as portas para receber pacientes com diversas enfermidades incluindo cancro, rins, doenças pulmonares, peito e outras complicadas que afectam menores de idade.

Chama-se Nelson Mandela Children's Hospital construído em Joanesburgo com fundos de contribuições de organizações e personalidades de todo o Mundo, incluindo de Moçambique.

Graça Machel disse à TVFT que o seu sonho é o de ver uma infraestrutura similar em Moçambique para crianças. 

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Foram minutos de grande tensão os que se viveram quando dois voos, o Lamia 2933, que transportava o Chapecoense e o Colombia 3020, que tinha sinalizado uma fuga, se cruzaram nos céus, sem se verem, pelas más condições de visibilidade.

A torre tentava fazer duas aterragens em segurança.Tudo basculou quando o piloto do Lamia, Miguel Quiroga, lançou o alerta:

“Senhorita, o Lamia 2933 está em falha total, falha elétrica total e de combustível.”

As comunicações terminaram depois do piloto do Lamia, tentar dizer, uma segunda vez, à torre onde se encontrava o aparelho que tinha já desaparecido dos radares. Mas foi o silêncio que se ouviu.
Esta quarta-feira, dia em que o Chapecoense e Atlético Nacional se defrontavam, na Colômbia, na primeira mão da final da Taça Sul-Americana, o estádio do clube de Santa Catarina encheu-se de gente. A homenagem estendeu-se a Medellín, casa daquele que seria o adversário.
A onda de solidariedade percorre o mundo e chega a Cristiano Ronaldo que vai doar 3 milhões de euros para ajudar o clube e as famílias das vítimas.

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