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É um momento de dor o que se vive no Brasil, e principalmente na cidade de Chapecó, depois da queda do avião em que seguiam jogadores, equipa técnica e médica do Chapecoense, jornalistas e outros convidados.

Seguiam a bordo 77 pessoas, surpreendentemente, porque o avião ficou completamente destruído, seis sobreviveram, entre elas três dos jogadores.

No país, e não só, nasce uma enorme onda de solidariedade. Num comunicado conjunto, os clubes do futebol brasileiro manifestaram a intenção de emprestar jogadores ao clube de Santa Catarina e de garantir que o emblema não desce de divisão nos próximos três anos.

O Atlético Nacional, equipa colombiana de Medellín, contra quem os Chapecoenses se deveriam bater nos dois jogos da final da Copa Sul-Americana, propõe que a equipa seja declarada vencedora de uma taça pela qual estes jogadores não tiveram a oportunidade de se bater.

Foi na madrugada de terça-feira que o sonho acabou para os 22 jogadores que seguiam a bordo da aeronave de uma empresa privada que se despenhou já perto do aeroporto onde deveria aterrar, 71 pessoas morreram.

As caixas negras foram, entretanto, encontradas e em boas condições.

sábado, 26 novembro 2016 16:46

Fidel Castro vai ser cremado hoje

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O histórico líder cubano, Fidel Castro, que morreu na noite desta 6ª feira, aos 90 anos, vai ser hoje cremado.
O anúncio foi feito pelo irmão, Raúl Castro, num discurso emocionante ao país.
O presidente cubano concluiu o discurso com a expressão:”Até `a vitória, sempre”.

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Governo sul-africano quer apoiar as vítimas das recentes inundações, incluindo emigrantes moçambicanos, no bairro de Alexandra, atribuindo casas melhoradas ou terrenos para construção de habitação.

Mas um grupo de sul-africanos opõe-se à intenção do governo, exigindo a deportação dos emigrantes ilegais para seus países de origem.

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À falta de anúncios oficiais, multiplicam-se as especulações acerca da equipa que constituirá a futura administração de Donald Trump.

Os próximos do presidente eleito dos Estados Unidos negam que o processo de transição esteja a ser “complicado”, como afirmam vários meios de comunicação norte-americanos.

A diretora de campanha de Trump, Kellyanne Conway, diz que “ele está a formar o governo federal, a receber conselheiros e possíveis candidatos para os diferentes postos. Está tudo a correr bastante bem”. Conway diz que “é preciso ignorar as teorias de conspiração e manter uma comunicação aberta. Ele está aqui, [em Nova Iorque], a fazer o trabalho de presidente eleito”.

Entre os possíveis nomes avançados nas últimas horas, encontra-se o do vice-governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, para o posto de Procurador Geral. A governadora do mesmo Estado, Nikki Haley, surge como possível responsável da diplomacia, embora a maioria continue a achar que o cargo cairá nas mãos do ex-presidente da Câmara de Nova Iorque, Rudolph Giuliani.

O presidente executivo da JP Morgan, Jamie Dimon, é o mais recente nome “baralhado” para o posto de secretário do Tesouro, de acordo com uma própria fonte na equipa de transição de Trump.

Os únicos nomes confirmados oficialmente são o do polémico Steve Bannon, como chefe estratega, e o do presidente do Comité Nacional Republicano, Reince Priebus, como chefe de gabinete.

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) resgatou o Egito com 12 mil milhões de dólares. O Cairo receberá de imediato 2,7 mil milhões de dólares (2,5 mil milhões de euros) e o restante dependerá do desempenho da economia e da implementação de reformas nos próximos três anos.
Após seis anos de turbulência política e social, que afugentou turistas e investidores, a economia enfrenta uma grave crise. Mas a austeridade pode inflamar novamente o país.

A euronews abordou a situação com Richard Banks, consultor da Euromoney para a região do Norte de África e do Médio Oriente.

Mohammed Shaikibrahim, correspondente da euronews no Cairo: “Tendo em conta o estado atual da economia, o empréstimo do FMI é a última solução para o Egito?

Richard Banks: “Penso que o pacote do FMI – é um pacote, temos de o recordar – vai trazer, certamente, outros fundos bilaterais e multilaterais. Vai trazer um quadro de trabalho claro sobre a direção da política pública e esse quadro é muito importante, porque é a base para os investidores internacionais mudarem a perceção que têm do Egito”.

Nos últimos anos, as reservas cambiais do Egito diminuíram de forma drástica. Além disso, face à pressão do FMI, o Banco Central do país avançou para a flutuação da libra egípcia, o que provocou uma desvalorização da divisa na ordem dos 50% face ao dólar.

A desvalorização da moeda e a implementação de uma taxa de IVA fizeram subir os preços.

euronews: Pensa que a economia egípcia será capaz de suportar as condições impostas pelo FMI?

R. Banks: “O Egito tem problemas estruturais profundos. Todo o sistema de subvenções não se adapta aos objetivos. Subsidia produtos e não pessoas. É preciso dar dinheiro aos pobres, é necessário assegurar que as pessoas pobres tenham um nível mínimo, que possam sobreviver, ter acesso à saúde e à educação. Não se subsidia gasolina ou pão. Subsidia-se pessoas”.

O governo começou a reduzir as ajudas públicas, que representavam quase 8% das despesas nacionais. A gasolina era um dos produtos subvencionados e, com a decisão, os preços subiram cerca de 50%.

Num país onde um terço da população vive no limiar da pobreza, o aumento do custo da vida provocou manifestações, rapidamente contidas. Mas será que as medidas não vão criar um novo ambiente de revolta?

R. Banks: “Esse é o grande problema. Qual o grau de tolerância das pessoas? O problema é que as pessoas estão habituadas a pagar preços que não são os reais. O valor dos bens adquiridos no Egito, com a libra egípcia, não custa uma libra egípcia mas duas, ou o quer que seja. Agora temos de mudar o sistema. Penso que todos compreendem isso. O desafio, agora, é como fazer isso sem que as pessoas passem fome. Trata-se de gerir as mudanças e, tem razão, há um risco de as mudanças, se não forem geridas corretamente, poderem levar a outra revolução. Mas, como disse, pode ter-se uma revolução todos os dias e isso não vai resolver o problema”.

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