segunda, 01 agosto 2016 15:09

Nova onda de detenções na Turquia

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  2. Pelo menos nove soldados foram detidos na Turquia, acusados de terem atacado o hotel onde Tayyip Erdogan se encontrava hospedado, na noite da tentativa de golpe de Estado.

    De acordo com os “media” locais, na noite de 15 de julho, cerca de 25 soldados desceram de um helicóptero e tentaram prender o presidente turco que se encontrava de férias na estância balnear de Marmaris, no Mediterrâneo.

    Milhares de soldados foram detidos e mais de uma centena dos generais foram demitidos dos cargos.

    Este sábado, Erdogan anunciou a intenção de fechar todas as escolas militares e de as substituir. O presidente turco quer que as Forças Armadas fiquem sob o controlo direto do Ministério da Defesa.

    “As nossas forças armadas serão mais fortes com o decreto que estamos a preparar. Os chefes dos Estados-maiores vão passar a responder ao ministro da Defesa”, afirmou o presidente turco.

    Este domingo, o ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Mevlut Cavusoglu, afirmou que o acordo assinado com a União Europeia para travar o fluxo de migrantes ilegais pode estar em risco se o bloco europeu não aprovar a abolição de vistos para os cidadãos turcos em outubro.

    A isenção dos vistos tem sofrido atrasos. A União Europeia reprova a evolução política na Turquia e manifesta preocupação.

    Numa entrevista a um jornal austríaco, citado pela Reuters, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker assegurou ainda que se Ancara introduzir a pena de morte as negociações sobre a adesão à União Europeia ficam comprometidas.

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  2. Na Somália, dois carros armadilhados explodiram no exterior de uma esquadra da polícia na capital, Mogadíscio.
  3. Após as explosões, atiradores entraram no edifício envolvendo-se em combates.
  4. O ataque provocou sete mortos e já foi reivindicado pelo grupo extremista islâmico, al Shabaab.
  5. Entre as vítimas contam-se os bombistas suicida.
  6. O alvo do ataque foi o Departamento de Investigação Criminal.
  7. Trata-se da segunda ofensiva levada a cabo na cidade pelos extremistas esta semana.
  8. Anteriormente, 13 pessoas perderam a vida quando duas viaturas armadilhadas explodiram no exterior da base dos soldados de manutenção da paz da União Africana.
  9. O incidente ocorreu na terça-feira.
  10. Analistas afirmam que os ataques podem aumentar nas próximas semanas.
  11. Em agosto estão previstas eleições presidenciais no país, as primeiras eleições democráticas em 47 anos.

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“Aja e inspire mudança”, é o lema das comemorações do nonagésimo oitavo aniversário do ex-líder da África do Sul Nelson Mandela.
A Organização das Nações Unidas pede que cada pessoa dedique sessenta e sete minutos em trabalhos voluntários para coincidir com os sessenta e sete anos que Mandela dedicou para o bem-estar da Humanidade. 
Celebra-se hoje o Dia Internacional Nelson Mandela. 
O ex-líder da África do Sul completaria hoje 98 anos de idade, se estivesse vivo.
Mandela morreu em 2013, após dedicar 67 anos ao serviço público.
Por isso, a ONU pede a voluntários que invistam 67 minutos de suas vidas nesta segunda-feira em algum tipo de tarefa comunitária.
Em mensagem para marcar o dia, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que a data é uma oportunidade de reflexão sobre a vida de um homem que incorporou os valores mais altos das Nações Unidas, e diz ainda que Madiba mostrou o caminho a humanidade.
“Aja e inspire mudança", o lema das comemorações deste ano, tem como propósito promover um mundo de paz, sustentável e igual.
Para o secretário-geral não importa se o seu serviço é ajudar uma criança com as tarefas escolares, alimentar a quem tem fome ou limpar uma área, o importante é integrar o movimento Mandela e fazer um mundo melhor.
O Dia Internacional Nelson Mandela foi criado em 2009 pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

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O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, encontra-se em Kigali, capital do Ruanda, onde vai participar na vigésima sétima Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana.

A Cimeira vai ser marcada pelo lançamento do passaporte da União Africana.

Sob lema “Ano Africano dos Direitos Humanos, com destaque nos Direitos da Mulher”, inicia este domingo, em Kigali, a vigésima sétima Cimeira da União Africana.

A Cimeira vai ser dominada pela análise de assuntos ligados à protecção das mulheres e direitos das minorias, a luta contra o terrorismo, a crise burundesa e o lançamento do passaporte africano.

Os Chefes de Estado e de Governo presentes à Cimeira de Kigali, vão ser os primeiros cidadãos africanos, a receber um passaporte electrónico, emitido pela União Africana.

Mudanças a nível da direcção da Organização, vão marcar os trabalhos da Cimeira.

Esta segunda-feira, vão ser eleitos o novo Presidente e Vice-Presidente da Comissão da União Africana.

Moçambique, que se faz representar pelo Presidente Filipe Nyusi, vai contribuir para a Cimeira, com propostas para a solução de conflitos no continente e a dinamização do processo de integração regional.

Outro objectivo de Moçambique, prende-se com a reafirmação do compromisso em matéria de boa governação e democracia, bem como aprofundar a capacitação da mulher.

No âmbito da Cimeira, o Presidente Filipe Nyusi participou, esta sexta-feira, de um retiro de Chefes de Estado e de Governo, sobre o Financiamento da União Africana.

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