Estado do Texas executou homem que matou à pancada duas mulheres

O Estado norte-americano do Texas executou hoje com uma injeção letal um homem de 38 anos que assassinou duas mulheres, tendo escondido os respetivos cadáveres em malas de viagem, que atirou ao lixo.

Morreram 41 crianças no incêndio em centro comercial na Sibéria

Entre as 64 vítimas mortais, 41 são crianças.

O incêndio que destruiu na madrugada de domingo um centro comercial em Kemerovo, na Sibéria, custou a vida a 41 crianças.

Já se temia que houvesse um considerável número de menores entre as vítimas mortais. Mas a lista de vítimas distribuída a familiares a que a agência russa Interfax teve acesso confirma o trágico cenário: entre as 64 vítimas mortais, 41 são crianças.

A investigação preliminar aponta para "graves violações" das regras de segurança. O alarme contra incêndios estava desligado na altura em que as chamas deflagraram. Havia também cinco saídas de emergência que estavam "bloqueadas", o que dificulto o processo de evacuação do edifício.

Vladimir, que já visitou o local da tragédia, reagiu publicamente referindo estarmos perante um caso de "negligência criminosa".

Stormy Daniels falou de alegado caso com Trump e conta que foi ameaçada

Atriz pornográfica alega ter tido um caso com Donald Trump em 2006. Presidente dos EUA nega.
Stephanie Clifford, mais conhecida como Stormy Daniels, nome com que se tornou conhecida na indústria pornográfica, foi a entrevistada do programa da CBS '60 Minutes', exibido no último domingo.

Stormy Daniels quer pôr termo a um acordo de 130 mil dólares que terá assinado, para desta forma poder falar publicamente do caso.

Nesta entrevista, a atriz pornográfica afirmou que teve sexo desprotegido com o presidente dos Estados Unidos em 2006, numa altura em que Melania Trump, a atual primeira-dama, tinha sido recentemente mãe de Barron.

Contou Stormy Daniels que Trump lhe disse que era "especial" e que a lembrava da sua filha. "És esperta e bonita, uma mulher a ter em conta, e gosto de ti", ter-lhe-á dito, na altura, Trump.

Stormy Daniels contou também que foi abordada num parque de estacionamento por um homem que lhe disse para "deixar Trump em paz" e "esquecer esta história". E contou ainda que foi ameaçada em 2011, numa altura em que tinha acordado vender a sua história por 15 mil dólares a uma publicação.

Recorde-se que Michael Avenatti, o advogado de Stormy Daniels, publicou uma imagem no último fim de semana no Twitter (em tom de 'aviso' e antes da entrevista ao '60 Minutes) em que se via um CD, CD esse que supostamente teria provas sobre o alegado caso, como realça a Sky News.

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O presidente norte-americano, Donald Trump, condenou hoje o atentado de sexta-feira em França, com quatro mortos e 15 feridos, e apresentou condolências aos familiares das vítimas e ao chefe de Estado francês, Emmanuel Macron.

"Os nossos pensamentos e orações estão com as vítimas do horrível ataque de ontem em França. Lamentamos a perda que a nação sofreu", assinalou Trump na rede social Twitter.

Trump condenou "as ações violentas do atacante e de quem lhe tenha dado apoio".

"Estamos contigo Emmanuel Macron", acrescentou o presidente norte-americano.

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A morte hoje de um polícia que se entregou em troca da libertação de uma refém no supermercado de Trèbes elevou para quatro o número de vítimas mortais do ataque. Entre os feridos, há um cidadão português em estado grave.

O autor deste atentado, Radouane Lakdim, um francês de origem marroquina, disse atuar em nome do grupo 'jihadista' Estado Islâmico e foi abatido pela polícia.

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O Presidente norte-americano, Donald Trump, desistiu de impor a proibição total de recrutar militares transgénero, como inicialmente pretendia, deixando ao secretário da Defesa, Jim Mattis, a tarefa de avaliar caso a caso.

Num memorando divulgado na sexta-feira à noite pela Casa Branca, Trump sublinha, contudo, que as pessoas transgénero que "possam precisar de tratamentos médicos sérios, nomeadamente com medicamentos ou cirurgia, são desqualificados para servir no exército, salvo em circunstâncias excecionais".

"Revogo o meu memorando de 25 de agosto relativo às pessoas transgénero no exército", indica o curto comunicado, referindo-se ao documento ordenando ao Pentágono que deixasse de recrutar pessoas transgénero.

"O secretário da Defesa e a secretária da Segurança Interna, no caso da guarda-costeira, podem exercer a sua autoridade para aplicar qualquer decisão sobre o serviço de indivíduos transgénero nas forças armadas", acrescentou Donald Trump.

O chefe de Estado norte-americano tinha anunciado numa série de 'tweets', no fim de julho, que tencionava proibir as pessoas transgénero de servir no exército, num recuo em relação ao anúncio emblemático feito pelo seu antecessor democrata, Barack Obama, que decidiu que o exército deveria começar a acolher recrutas transgénero a 01 de julho de 2017.

Mas os 'tweets' do Presidente republicano haviam sido publicados sem coordenação com o Pentágono e durante as férias de Mattis, que disse aguardar as diretivas pormenorizadas da Casa Branca sobre essa questão "evidentemente muito complicada".

Na sexta-feira à noite, o Pentágono divulgou o relatório enviado por Mattis ao Presidente, no qual o secretário da Defesa faz a distinção entre as pessoas transgénero que querem mudar de sexo ou já o fizeram e as que se identificam com um sexo diferente daquele com que nasceram sem, todavia, pretenderem fazer tratamentos médicos com vista a uma mudança de sexo.

As primeiras não serão autorizadas a entrar nas fileiras do exército, ao passo que as segundas poderão aí servir tal como as restantes (homens e mulheres hétero e homossexuais).

 

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