Facebook apagou perfil de utilizador falecido sem permissão

A parceira do falecido está agora a processar a rede social por o perfil ter sido apagado sem qualquer explicação.
O Facebook está a ser alvo de fortes críticas depois de ter apagado o perfil na sua rede social de um utilizador falecido. O utilizador em questão, o músico de jazz Mirza Krupalija, morreu de ataque cardíaco em 2016 e teve o seu perfil apagado mesmo sem nenhum membro da família o ter requisitado.


“É aquele sentimento de perderes alguém e tentas agarrar-te a tudo e depois algo acontece e não o consegues também e ninguém sabe, nenhum dos amigos, ninguém na família. Grande parte do perfil do Mirza incluía-me a mim e às nossas viagens, música que ele partilhava, alguma para mim, algumas para os amigos, o perfil dele dizia que estava numa relação comigo – [o Facebook] podia ter enviado um e-mail a perguntar [antes de apagar o perfil]”, contou a parceira de Mirza, Azra Sabados à BBC.

Em reação, o Facebook diz ter recebido o pedido mas recusa-se a revelar a identidade. Azra parece confiante que nenhum membro da família fez o pedido e, depois de ter passado um ano em conversa com a tecnológica, está agora a processar a empresa.

O caso ainda não tem um desfecho mas coloca uma importante questão sobre o que deve ser feito dos perfis de redes sociais cujos donos faleçam. Enquanto muitos gostam de manter o perfil como ‘memorial’ e uma forma de recordar o falecido ou falecida, a verdade é que muitos também consideram a manutenção destes perfis um transtorno.

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Talvez saiba que precisa de um novo diagnóstico à sua visão, mas adia, por achar que não é importante.

Vai regularmente ao oftalmologista e usa óculos de sol quando está em ambiente de muito sol: ótimo. Mas não é suficiente para garantir todos os cuidados que os seus olhos carecem.

Esta é uma parte bastante sensível do corpo humano e que nem sempre é levada a sério, seja ao dormir com maquilhagem (embora saiba que não o deva fazer) como o hábito inconsciente de esfregar os olhos com demasiada força.

O Self aponta os erros mais comum, segundo oftalmologistas. Como seria de esperar, o dormir com maquilhagem é um destes erros, mas tirar mal a maquilhagem é tão prejudicial como não o fazer. Nunca termine a tarefa sem ter a total certeza de que retirou a maquilhagem por completo, principalmente a máscara de pestanas.

Não tirar as lentes de contato também não é aconselhado. O olho precisa de descanso e o uso contínuo de lentes pode levar a irritação ou mesmo inflamação. Quando as retirar, garanta que tem as mãos limpas e que guarda convenientemente as lentes em líquido próprio.

Outro erro, mas que muitos apontam como inevitável, é o stress ocular que advém do constante tempo em frente aos ecrãs. Se o seu trabalho assim o obriga, garanta que faz pausas frequentes, para descansar a vista. À noite, opte pela luz do ecrã mais amarelada, por ser menos agressiva.

Pelo stress ou cansaço, pode acontecer criar o hábito de esfregar a vista com frequência. Deve-o evitar ao máximo já que as mãos são a parte do corpo mais exposta a bactérias (que não quer transportar para os olhos), além disso, o hábito pode tornar o olho mais sensível à luz ou outras agressões externas.

 

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Uma equipa de cientistas holandeses alcançou um feito inédito ao criar embriões sintéticos em ratos sem a utilização de óvulos ou de esperma. Mas quais são as implicações deste avanço científico para os seres humanos?

Utilizando células dos roedores que não eram gâmetas (células de natureza sexual), um grupo de investigadores do Instituto MERLN para a Tecnologia e Medicina Regenerativa, conseguiu criar em laboratório as chamadas “estruturas blatocistas” - organismos que se formam durante o estado inicial de desenvolvimento dos mamíferos.

Tal foi feito utilizando apenas dois tipos de células estaminais, e as células resultantes daquele processo pareceram-se quase idênticas com o que se seria de esperar se fossem provenientes de um processo reprodutivo dito tradicional.

Mais ainda, essas estruturas foram depois colocadas nos úteros de ratos fêmeas, onde se desenvolveram e cresceram durante vários dias – o que aqueles cientistas dizem ter sido alcançado pela primeira vez na história da medicina.

Mas afinal quais são os benefícios desta tecnologia biomédica pioneira para os seres humanos?

Nomeadamente pode contribuir para resolver problemas associados à fertilidade, incluindo o tipo de dificuldades relativamente à ocorrência de abortos espontâneos que ocorrem quando o óvulo é implantado.

“Podemos gerar uma enorme quantidade de embriões e estudá-los detalhadamente”, referiu o líder do estudo, Nicolas Rivron, em declarações à BBC. “Pode ajudar-nos a entender o porquê de alguns embriões não conseguirem ser implantados com sucesso e permitir-nos testar drogas que possam auxiliar este processo”, acrescentou o especialista.

Porém essa realidade poderá encontrar-se ainda a décadas de distância. Já que criar e implantar embriões humanos irá requerer a aprovação de legislação concreta e terá que ser uma atividade estritamente regulamentada pela comunidade médica e científica.

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Ouvir a primeira palavra de um bebé é o melhor momento que vai experienciar.

A experiência foi considerada a número um, em detrimento inclusive do nascimento do bebé.

O inquérito realizado no Reino Unido, e partilhado pela publicação The Independent, teve em conta as respostas de dois mil adultos e também apurou que aquela memória superava para a maioria dos indivíduos a recordação do próprio casamento.

No topo das escolhas destacaram-se ainda: o primeiro amor, receber o primeiro ordenado, ouvir o primeiro choro do bebé, o primeiro emprego, ouvir alguém dizer ‘amo-te’ e comprar a primeira casa.

Enquanto que para as mulheres os momentos mais queridos se destacaram por se relacionarem sobretudo com a maternidade, no caso dos homens passar o teste de condução, a sua equipa de futebol de eleição vencer um campeonato importante ou ouvirem ‘sim’ quando pediram alguém em casamento também foram ocasiões eleitas pela maioria dos inquiridos.

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Ouvir a primeira palavra de um bebé é o melhor momento que vai experienciar.

A experiência foi considerada a número um, em detrimento inclusive do nascimento do bebé.

O inquérito realizado no Reino Unido, e partilhado pela publicação The Independent, teve em conta as respostas de dois mil adultos e também apurou que aquela memória superava para a maioria dos indivíduos a recordação do próprio casamento.

No topo das escolhas destacaram-se ainda: o primeiro amor, receber o primeiro ordenado, ouvir o primeiro choro do bebé, o primeiro emprego, ouvir alguém dizer ‘amo-te’ e comprar a primeira casa.

Enquanto que para as mulheres os momentos mais queridos se destacaram por se relacionarem sobretudo com a maternidade, no caso dos homens passar o teste de condução, a sua equipa de futebol de eleição vencer um campeonato importante ou ouvirem ‘sim’ quando pediram alguém em casamento também foram ocasiões eleitas pela maioria dos inquiridos.

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