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Polícia da República de Moçambique desmantela fábrica clandestina de produtos de limpeza, no bairro Tchumene, no Município da Matola, província de Maputo.
O suposto proprietário da Unidade de Produção que funcionava numa residência, trata-se de um indivíduo de nacionalidade sul-africana e já está a contas com a PRM.

Governo cumpre em 50% o programa de empregabilidade no período 2015 – 2017.jpg

Cerca de seis mil e quinhentos cidadãos acederam a um emprego no país desde dois mil e quinze até ao momento.
Uma realização mais de cinquenta por cento do plano do governo, de empregar um milhão de pessoas até dois mil e vinte.
As metas de empregabilidade previstas no plano quinquenal do governo poderão ser alcançadas, garante a Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social.
Vitória Diogo, que falava num seminário destinado a Organizações Não-governamentais Italianas sobre legislação laboral em Moçambique, apelou a intervenção de empresários italianos na criação de mais postos de trabalho.
A empregabilidade, diz a Ministra, não abrange apenas cidadãos moçambicanos mas, também estrangeiros.
Outra preocupação do governo tem a ver com a formação profissional, sobretudo de jovens.

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O Chefe do Estado Moçambicano manteve esta terça -feira, encontro com os líderes de dezanove partidos sem representação parlamentar para falar do diálogo político em curso entre o governo e a Renamo.

Filipe Nyusi assegurou que 0 governo está a negociar com a Renamo matéria exclusiva do

interesse dos moçambicanos com vista ao estabelecimento da paz definitiva em Moçambique.

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Corrupção lesou ao Estado em mais de catorze milhões de meticais no ano passado, emCabo Delgado.

Dezanove pessoas foram condenadas em 8 dos setenta e sete processos tramitados.

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Alfândegas de Moçambique, em Inhambane, prometem mão dura contra contrabandistas de tabaco e bebidas alcoólicas.

A instituição diz que a participação activa dos consumidores é crucial para o sucesso da campanha" Eu sou fiscal".

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Do ano passado a esta parte o número de crianças de rua na cidade de Maputo aumentou de cem para duzentos, o dobro.
A Directora do Género, Criança e Acção Social afirma estarem identificados os principais lugares de aglomeração de menores mas, adianta que, para estacar o mal, a sociedade deve parar de esmolas as crianças.

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Reduziu no país o número de crianças em situação de vulnerabilidade.
De duzentas mil crianças na rua recenseadas em 2016, este ano as estatísticas apontam para 174 Mil.
Apesar desta melhoria, o número continua preocupante para as autoridades.

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Mito ou verdade o certo é que são locais tidos como os mais assombrados do mundo… A “Casa Branca” na EN-4, no bairro Infulene, município da Matola, faz parte desses locais tidos como misteriosos.
As imagens reflectem alguns dos supostos 9 lugares do mundo, onde acorreram acontecimentos tenebrosos.
Faça uma viagem do surrealismo a alguns lugares dos continentes Europeu, Americano e asiático, conhecidos como misteriosos.

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O Presidente da Frelimo quer que os membros do Comité Central do partido no poder sejam os mensageiros da paz e de reconciliação, no país.
Filipe Nyusi afirma que a diferença entre os moçambicanos não deve dividir um estado unitário.
As palavras foram proferidas no final da IV sessão extraordinária do Comité Central da Frelimo, na Cidade de Maputo.

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A HIDROELÉCTRICA de Cahora Bassa (HCB), empresa moçambicana que explora a barragem de Cahora Bassa, na província de Tete, desmente notícias postas a circular no Zimbabwe alegando que poderá cortar o fornecimento de electricidade por acumulação de dívidas.

O jornal “Herald”, editado em Harare, cita na sua edição de terça-feira o director executivo da Empresa de Distribuição de Electricidade no Zimbabwe (ZESA), Josh Chifamba, como tendo dito que não foi possível pagar as dívidas à HCB e à companhia sul-africana de produção e distribuição de energia Eskom por causa da escassez de divisas no país.

O artigo do “Herald” afirma que ambas as empresas, HCB e Eskom, deram a ZESA um ultimato válido até 31 de Maio corrente para liquidar as dívidas. Expirado o prazo, irão cortar o fornecimento de energia ao Zimbabwe.

Num contacto telefónico mantido esta semana com a AIM, um gestor sénior da HCB negou categoricamente a existência do referido ultimato.

Ele disse que, embora não pudesse falar em nome da Eskom, a HCB continua a negociar com a ZESA e não existem razões para cortar energia no fim do corrente mês.

O “Herald” escreve que a ZESA deve a HCB 40 milhões de dólares. Contudo, a fonte da hidroeléctrica disse que a verdadeira cifra é um quarto do referido montante, ou seja, cerca de 10 milhões de dólares.

Explicou que se trata de “uma dívida histórica” e que o último pagamento da ZESA ocorreu há dez meses.

A fonte frisou que a dívida não está a crescer, porque nos últimos tempos a ZESA está pagar regularmente as facturas mensais que recebe da HCB.

Segundo a fonte, a dívida foi discutida em uma reunião havida em Harare no início desta semana, tendo sido acordado que a ZESA iria liquidar a dívida até Agosto próximo.
Actualmente, a HCB fornece 50 megawatts à ZESA, mas a linha de Cahora Bassa para o Zimbabwe poderia transportar muito mais se a empresa estivesse disposta e/ou em condições de pagar.

Os problemas da ZESA com a Eskom parecem muito mais sérios, pois aquela companhia sul-africana fornece 300 megawatts ao Zimbabwe.

O “Herald” afirma que o Zimbabwe precisa de 1400 megawatts, mas devido a obsolescência do equipamento das suas centrais térmicas apenas consegue produzir 980 megawatts. Por isso, os suprimentos da Eskom e da HCB são de vital importância para evitar o racionamento de energia no Zimbabwe.

A ZESA espera que a Sinohydro, uma companhia chinesa, poderá ajudar a ultrapassar o problema com a construção da Central Sul na barragem de Kariba, que vai permitir a produção adicional de 300 megawatts.

A central deverá entrar em funcionamento em Dezembro do corrente ano com uma produção de 150 megawatts e deverá funcionar plenamente a partir do primeiro trimestre de 2018. O custo do projecto de expansão Kariba Sul está calculado em 533 milhões de dólares. (AIM)

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Fonte: BCI, 18 de Janeiro de 2018

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